A esquerda bem informada
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Tag: Violência no campo

CUT lamenta assassinato de liderança quilombola no Pará

A líder quilombola Maria Trindade moradora de Moju, cidade do nordeste do Pará, foi encontrada morta no sábado (24) após ter sido visto pela última vez na sexta-feira (23). A liderança popular foi encontrada pelo filho e tinha sinais de agressão a pauladas. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) soltou nota de pesar nesta quarta-feira (28) e pediu rigor nas investigações. A nota chama atenção de que sobre para 19 o número de lideranças e trabalhadores do campo assassinados em 2017 no Estado.

 "O Pará vive um caos fundiário", afirma dirigente do MST

Ulisses Manaças, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), fez uma denúncia pública das violações de direitos humanos que têm ocorrido na Amazônia, especialmente no Pará, em uma transmissão ao vivo na página do MST no Facebook nesta sexta (23).

Pará: Laudo não aponta confronto entre policiais e trabalhadores

Os primeiros laudos periciais na Fazenda Santa Lúcia, em Pau D’Arco (PA), onde 10 pessoas que ocupavam as terras morreram em 24 de maio durante uma ação policial, foram divulgados pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

No Pará, trabalhadores voltam a ocupar área onde ocorreu massacre

As lembranças dos sacos plásticos ainda são recentes para as mulheres e homens que montam acampamento em uma estrada de chão no município de Pau D’arco, no sul do Pará. No dia 24 de maio, eles viram passar dentro deles os corpos de dez companheiros na luta pelo direito à terra, jogados atrás de caminhonetes da Polícia Militar. 

Ato contra violência no campo e por democracia reúne movimentos no PA

Os movimentos sociais, organizados no Comitê Paraense de Combate à Violência no Campo e nas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, convocam o Ato Nacional Pela Democracia e Contra Violência no Campo, no Centro da capital nesta segunda-feira (19), às 18 horas.

Luciana Santos: Trinta anos da morte de Paulo Fonteles

Na passagem dos trinta anos do assassinato de Paulo Fonteles no estado do Pará, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), ao qual ele pertencia, reverencia sua memória e registra seu legado como exemplo para a luta em defesa das causas populares. Advogado, deputado estadual e defensor destemido dos interesses do povo, deu a vida, literalmente, pelo ideal de justiça e liberdade.

Trabalhadores e povos do campo sob ataque

Sob o marco do Golpe parlamentar-empresarial que subtraiu o processo democrático para forçar a implantação de uma agenda conservadora quatro vezes derrotada nas urnas, o conjunto da sociedade brasileira vem sendo impactado com diversos ataques a direitos sociais historicamente consolidados, como a Previdência Social e a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT). 

Por Marina dos Santos*

Paulo Fonteles, 30 anos depois continua presente

Na data em que se completam 30 anos do assassinato brutal do militante comunista e advogado de trabalhadores Paulo Fonteles, o Portal Vermelho dedica-lhe uma homenagem especial com depoimentos e relatos de familiares, amigos e camaradas que conviveram com ele ou que herdaram sua luta. Paulo Fonteles Filho conversou com o Vermelho e fez um relato da trajetória do pai, sua luta em defesa dos trabalhadores e seu legado exemplar aos que acreditam no futuro socialista.

Jorge Panzera: 30 anos sem Paulo Fonteles, 30 anos com Paulo Fonteles

 No dia 11 de junho 1987 a trama armada por setores do latifúndio paraense tem seu intento. Na saída da Capital paraense, em plena luz do dia, é assassinado o advogado, dirigente do PCdoB e ex-deputado estadual Paulo Fonteles. Crime que chocou e mobilizou a sociedade paraense.

Leila Mourão: Paulo César Fonteles de Lima – Memória e história 

Dia 11 de julho de 2017 fazem 30 anos do brutal e covarde assassinato de Paulo Fonteles, advogado de camponeses do estado do Pará, cidadão militante e comunista tenaz. Quem era Paulo Fonteles? O que ele fez? E por que lembrar? Muitos devem perguntar.

Paulo Fonteles, o teu sangue será honrado

"O latifúndio não nos deu escolha, senão, a luta por direitos, e assim honrar todo o sangue derramado, todo o amor que nos foi roubado".

Por Juliana Fonteles*

Cordel para Paulo Fonteles 

Por Jetro Fagundes

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