A obra de Ricardo Falla expõe o terrorismo de Estado na ditadura guatemalteca, evidenciando genocídio e a colaboração dos EUA e Israel na política de extermínio.
Relatos mostram brutalidade usada contra indígenas pelas Forças Armadas da Guatemala. Oficialmente, entre 1960 e 1996, houve 200 mil mortes e 45 mil “desaparecimentos”
Paulo Estrada, coordenador da Associação de Familiares de Detidos e Desaparecidos da Guatemala (Famdegua), denuncia que foram encontrados no local, em Cobán, 565 ossaturas, mais de 90 de crianças e adolescentes. Ali também funcionava uma base militar.
No “Dia Nacional contra o Desaparecimento Forçado na Guatemala”, em San Juan Comalapa, lideranças e familiares recordam descoberta do cemitério coletivo de centenas de corpos e reafirmam solidariedade com a Palestina e luta pela justiça
“Na Guatemala, como em Gaza, a assessoria militar israelense defendia o assassinato de toda a população”, denuncia o líder camponês Daniel Hernandez
Arturo Albizures afirma que “o governo israelense atuou em conjunto com os EUA na repressão que provocou mais de 200 mil mortes e 45 mil desaparecidos”
“Quem matou Roldós?”, de Jaime Galarza Zavala, mostra como, após a morte do presidente equatoriano, “as coisas ficaram mais fáceis para os israelenses” e os EUA. Roldós se opunha aos sionistas, que se apresentavam “com enciclopédias religiosas numa mão e uma bomba na outra”
Obcecado em tornar o país colônia estadunidense, o presidente eleito argentino pretende desnacionalizar a economia o mais rápido possível.
Para Estefania Mensi, dirigente sindical, a população já sofreu o suficiente com a tragédia da concessão à francesa Suez nos anos 90
Milei negou que o Estado tenha o papel de indutor do desenvolvimento e defendeu a privatização dos setores estratégicos
Polícia faz bloqueios e operações há poucas horas do segundo turno no Equador. Luisa González e Daniel Noboa se enfrentam nas urnas neste domingo (15)
No encerramento da campanha, candidatos do movimento Revolução Cidadã conclamaram o povo a “derrotar nas ruas e nas urnas o retrocesso neoliberal”