A Assembleia Legislativa de São Paulo chega ao fim de sua 17ª legislatura com uma retrospectiva de produção baixa e, considerando o papel fundamental que o Legislativo deve ter num regime republicano, com perspectivas pouco ou nada animadoras para os próximos quatro anos.
Por Eduardo Maretti*
A vida em Itu, a 100 quilômetros da capital paulista e uma das mais importantes cidades do estado entre 1850 e 1935, já girou em torno da produção de açúcar e do café. Depois disso, abriu-se para a produção de cerâmica vermelha e também para o turismo motivado pela chamada “cidade do exagero”. Suvenires de objetos gigantes fizeram sucesso nas lojas locais na segunda metade do século passado.
Durante a sua diplomação pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), nesta sexta-feira (19), o governador eleito por São Paulo, Geraldo Alckimin (PSDB), falou sobre a questão da água e defendeu a medida recentemente anunciada, de aplicar multas a quem aumentar o consumo de água. Ele esquece que das torneiras não está saindo quase nada.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que o caso de corrupção do metro, o chamado trensalão, é “diferente” da Operação Lava Jato da Petrobras.
Enquanto os tucanos se preocupavam com as contas de campanha da presidenta Dilma Rousseff, que foram aprovadas por unanimidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em São Paulo as contas do governador tucano reeleito Geraldo Alckmin (PSDB) foram reprovadas.
Em conversa exclusiva com o Blog do Planalto, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, avaliou a importância da parceria do governo federal com o estado e destacou o espírito republicano demonstrado pela presidenta Dilma. As declarações foram feitas na quinta-feira (4), no Palácio do Planalto, após cerimônia em que foram assinados termos de compromisso para execução de obras de saneamento básico e de mobilidade urbana no estado de São Paulo.
Em 2013, ano em que a miséria parou de cair no Brasil pela primeira vez desde 2003, primeiro ano do governo Lula, a maior contribuição para a estagnação da queda veio de São Paulo, estado mais rico e populoso da Federação e governado pelo PSDB há mais de dez anos.
Recentemente, a Sabesp divulgou uma nota sobre a qualidade da água da reserva técnica do Sistema Cantareira, o volume morto, que está sendo usado para abastecer a região metropolitana de São Paulo. Como em toda a novela da crise hídrica, a população não está sabendo do que está em curso.
A cada dia que passa a crise da água em São Paulo ganha contornos mais e mais dramáticos para os habitantes da região metropolitana. Os relatos de desabastecimento se espalham e o segundo volume morto está com os dias contados.
Por Edson Domingues, para o Diário do Centro do Mundo*
O nível de água do Sistema Cantareira, principal manancial da Grande São Paulo, voltou a baixar na quinta-feira(20) para sexta-feira (21), passando de 9,9% para 9,7%, segundo o registro diário feito pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Desde o último dia 15, a retirada para abastecimento está sendo bombeada da segunda cota do volume morto ou da reserva técnica, água que fica abaixo da captação por gravidade.
Na primeira reunião do grupo de trabalho instituído para tratar da falta de água no estado de São Paulo nesta segunda-feira (17), a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reiterou o compromisso do governo federal de apoiar o estado. A expectativa é que na próxima semana haja posicionamento sobre quais obras serão financiadas. A previsão de conclusão desses projetos varia de 12 a 36 meses. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, também participou da reunião em Brasília.
Os reservatórios do Sistema Cantareira mantiveram nesta quinta-feira (14) o nível de 11,8% da capacidade, mesmo volume de quinta-feira (13), de acordo com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). As fortes chuvas nas cabeceiras do sistema, ontem, num acumulado de 24,4 milímetros, ajudaram a interromper as sucessivas quedas.