A cientista política Ana Prestes analisa os principais fatos da conjuntura internacional com destaque para disputa pela presidência do Banco Interamericano de Desenvolvimento e para o anúncio de um medicamento capaz de salvar a vida de pacientes graves da Covid-19. Argentina, o acordo Mercosul-União Europeia, a tensão entre Trump e Angela Merkel, a violência policial nos EUA e a expansão da pandemia do novo coronavírus na África também são temas da análise desta quarta-feira (17).
Ministro do STF é o relator do inquérito que investiga as acusações, levantadas pelo ex-ministro Sérgio Moro, de que Bolsonaro tentou interferir politicamente na Polícia Federal.
Em 8 de maio, completaram-se 75 anos da rendição alemã, que marcou o fim da Segunda Grande Guerra. Foi a vitória da democracia e da civilização contra a barbárie da extrema direita.
Segundo especialistas em biologia molecular, segredo do país europeu foi a adoção de um sistema de monitoramento desde o início.
Na goleada do Bayern de Munique goleou o Hoffenheim por 6 a 0 fora de casa houve um importante protesto. Na fase final da partida, o jogo foi parado por causa de um protesto de torcedores contra Dietmar Hopp, investidor do Hoffenheim – que incluiu cânticos e até uma faixa de protesto.
Na cidade de Düsseldorf, um carro alegórico levava um boneco do presidente brasileiro na posição de Cristo Redentor, mas no lugar dos braços abertos tinha serras elétricas.
Uma operação conjunta dos serviços secretos dos Estados Unidos e da Alemanha monitorou, durante várias décadas, as comunicações militares de vários países da América Latina.
O ministro faz demagogia, por pertencer ao campo ideológico oposto ao que mobilizou os chamados “pracinhas” para combater o nazifascismo na Europa.
A ideologia do lucro de grandes empresas levou muitas delas a financiar o Estado alemão durante o período nazista. Foram elas que produziram inúmeras tecnologias para os campos de concentração, onde milhões de judeus foram assassinados
Setenta e cinco anos após os nazistas o assassinarem, lembramos a vida do atleta antifascista alemão e do lutador da resistência comunista Werner Seelenbinder: por volta do meio dia de 24 de outubro de 1944, ele foi decapitado com um machado, acusado de traição ao estado nazista.
Por Ingar Solty*
Milhares de pessoas saíram às ruas de Berlim neste domingo (13) em protesto contra a violência de extrema direita e o antissemitismo, num gesto de repúdio ao ataque que deixou dois mortos nesta semana na cidade de Halle, no leste da Alemanha, motivado pelo ódio aos judeus. O protesto teve início na praça Bebelplatz, no coração da capital alemã. Foi nessa praça que, em 1933, os nazistas queimaram livros de autores considerados "subversivos" .
O Ministério da Defesa russo divulgou arquivos inéditos que esclarecem como o Tratado de Não Agressão entre a Alemanha e a antiga União Soviética foi assinado em 1939, quando o país era dirigido por Josef Stálin (1878–1953). No site do ministério, há, agora, uma seção multimídia dedicada ao Pacto Mólotov–Ribbentrop, assinado entre a URSS e a Alemanha nazista. Os documentos, publicados pela primeira vez, lançam luz sobre detalhes desconhecidos da política mundial antes da 2ª Guerra Mundial.