Respaldada pelo apoio popular obtido nas eleições primárias argentinas, Cristina Kirchner quer debater a questão da venda de terras a estrangeiros no país.
A presidenta Dilma Rousseff telefonou nesta terça-feira (16) para a presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, para parabenizá-la pelos resultados das eleições primárias de domingo (14). Pelos resultados, Cristina sai na frente na disputa eleitoral, na qual concorrerá com mais três adversários. A conversa foi confirmada pelo porta-voz do governo argentino, Alfredo Scoccimarro.
A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, vai sugerir à presidente Dilma Rousseff que argentinos e brasileiros defendam propostas comuns para proteção da economia internacional em decorrência da crise financeira mundial durante as discussões da Cúpula do G20 (que reúne as maiores economias do mundo). Os debates ocorrerão em novembro, na França.
A presidente Cristina Kirchner confirmou neste domingo (14) sua liderança na corrida eleitoral da Argentina ao obter esmagadores 50% dos votos nas eleições primárias, resultado que a coloca como favorita para vencer um novo mandato nas votações de outubro.
A presidente argentina, Cristina Fernández de Kirchner, ganhou as primárias realizadas neste domingo (14) no país para definir os candidatos do pleito geral de 23 de outubro, segundo pesquisa boca-de-urna citada pela imprensa local.
Ao votar neste domingo (14) nas eleições primárias na Argentina, a presidente e candidata à reeleição Cristina Kirchner destacou que as eleições primárias representam "um salto impressionante na qualidade institucional" no país.
Os argentinos vão às urnas neste domingo (14) decidir quais candidatos poderão concorrer às eleições. Na prática, se define se Cristina se reelege ou não em primeiro turno.
Por Vanessa Silva, da Argentina para o Vermelho
Nas eleições primárias para a escolha dos candidatos à Presidência da Argentina e aos cargos de deputado das províncias e de Buenos Aires e de senador, cerca de 28 milhões de eleitores deverão ir às urnas neste domingo (14).
Ao todo 28,6 milhões de eleitores estão aptos a votar neste domingo, 14, na Argentina, em inéditas eleições primárias abertas, obrigatórias e simultâneas, que precedem as gerais de outubro. Os eleitores não parecem muito interessados no pleito. Uma pesquisa da empresa de consultoria Opinião Pública e Serviços de Mercado revelou recentemente que 64,5% da população sabem pouco ou nada sobre estas eleições.
As primárias abertas, simultâneas e obrigatórias que pela primeira vez serão realizadas na Argentina neste domingo representam, segundo os analistas, um ensaio geral das eleições de outubro, com consequências importantes na corrida presidencial.
A ditadura militar na Argentina (1976-1983) expropriou 604 empresários de seus negócios, segundo um levantamento divulgado hoje pela Secretaria de Direitos Humanos da Argentina.
Mais de 1,2 milhão de jovens argentinos estão aptos a partir deste ano de participar do processo eleitoral do país e têm diante de sim o desafio de "decidir" pela primeira uma disputa inédita: as eleições primárias, simultâneas, abertas e obrigatórias.