A publicação dos últimos relatórios secretos sobre o assassinato do presidente norte-americano John F. Kennedy não mudou a história do caso até agora. Contudo, diversos planos conspiratórios dos Estados Unidos estão vindo a tona. Depois do documento que revelava as diversas tentativas de assassinar Fidel Castro, agora são revelados ataques contra a imagem de King, que lutava pelos direitos civis e sociais dos negros
Após 25 anos são liberados parte dos documentos mantidos em sigilo sobre o assassinato do presidente norte-americano John F. Kennedy, ocorrido em 1963. Apesar de até agora não provocarem reviravoltas na história e nas conclusões do caso, alguns fatos curiosos sobre o assassinato e detalhes vêm à tona; entre eles, os planos dos EUA contra diversos líderes mundiais, como Fidel Castro
Por Alessandra Monterastelli *
Documentos recentemente desarquivados revelam não apenas o "conhecimento detalhado" por parte do governo dos EUA dos assassinatos em massa de membros do Partido Comunista Indonésio (PKI) levados a cabo pelo exército indonésio, mas também o seu "apoio ativo" a esse massacre
Dados consolidados foram apresentados em um Atlas pela Comissão Pastoral da Terra na tarde desta quinta-feira (28).
Com Michel Temer no poder, a quantidade de homicídios disparou em todo o País; só neste ano, o Brasil já atingiu a marca dos 28,2 mil assassinatos — homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte e latrocínios (roubos seguidos de morte); são 155 assassinatos por dia, cerca de seis por hora nos Estados brasileiros.
Nos últimos 10 anos, 35 crianças foram vitimadas por "bala perdida" no Rio de Janeiro, segundo a ONG Rio de Paz. Em vídeorreportagem, a Agência Pública relata a dor das famílias que perderam seus entes queridos, como o caso da sexta vítima somente em 2017 no Rio, Vanessa dos Santos, de apenas 10 anos. Entre janeiro de 2016 e junho de 2017, 1.400 pessoas morreram ou ficaram feridas, vítimas de "bala perdida", somente no Rio de Janeiro, segundo dados da Polícia Civil.
Contra o terrorismo do Estado – uma enorme faixa, com estes dizeres, posta no chão ante o altar da Catedral da Sé (São Paulo), aos sete dias do assassinato do catador Ricardo Nascimento, resumia o sentido da missa ali celebrada.
Por José Carlos Ruy*
Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT), 47 pessoas já foram assassinadas no campo apenas no primeiro semestre de 2017.
O Brasil é hoje um dos países que mais mata jovens no mundo. A maior parte deles são do sexo masculino, negros e pobres, moradores nas periferias das grandes cidades. Segundo o relatório Mapa da Violência 2016, foram mortos mais de 25 mil jovens entre 15 e 29 anos por armas de fogo no Brasil, em 2014, o que representa um aumento de quase 700% em relação a 1980, quando o número de mortes nessa faixa etária foi pouco mais de 3 mil.
Por Marco Weissheimer*, no Sul21
São pelo menos 17 mortes de trabalhadores rurais em dois meses no estado do Pará. O advogado José Batista Afonso, da Comissão Pastoral da Terra (CPT), falou com o Portal Vermelho na noite desta quarta-feira (24) quando se deslocava para Pau Darco, região do sul do Pará em que foram mortos pelo menos 10 trabalhadores rurais nesta quarta-feira (24).
Por Railídia Carvalho
Cerca de 30 pessoas se reuniram em frente à rede de fast-food Habib’s da Vila Nova Cachoeirinha, zona norte de São Paulo, para pedir justiça pela morte do João Victor Souza de Carvalho, 13 anos. O desejo dos manifestantes é que a unidade seja fechada definitivamente e os dois funcionários que perseguiram e arrastaram o adolescente antes dele morrer, em 26 de fevereiro, sejam presos.
"Feminismo pra que?" Contestam alguns sobre a relevância da luta delas por direitos e contra a opressão cotidiana do machismo. No último mês, diversas agressões ocorreram com mulheres que apenas exerciam o direito de ir e vir. Seja no bar, na boate ou em casa, nenhum lugar é totalmente seguro para grande parcela do sexo feminino.