Com atraso de mais de duas horas, a presidenta argentina, Cristina Kirchner discursou na noite desta terça (24) na 68ª Assembleia Geral da ONU. Cristina apontou a contradição de alguns líderes mundiais que têm posições dúbias com relação ao tema das armas químicas, por exemplo. O mandatário venezuelano, Nicolás Maduro, que deveria discursar nesta quarta (25) foi excluído da lista de oradores do dia e, segundo informação de jornais venezuelanos, desembarcou em Caracas, vindo da China.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou o presidente de EUA, Barack Obama, de "cínico" e criticou em particular o que considera "pirataria aérea" contra ele e o líder venezuelano, Nicolás Maduro, nesta quarta-feira (24).
Destoando dos discursos feitos por seus pares durante a 68ª Assembleia Geral da ONU, o presidente uruguaio, José Pepe Mujica, durante 40 minutos, criticou veementemente o consumismo: “o deus mercado organiza a economia, a vida e financia a aparência de felicidade”, elogiou a utopia “do seu tempo”, mencionou sua luta pelo antigo sonho de uma “sociedade libertária e sem classes” e destacou a importância da ONU que é o “um sonho de paz para a humanidade.
Por Vanessa Silva, do Portal Vermelho
O primeiro dia da 68ª Assembleia Geral da ONU, realizada em Nova York, foi marcado por discursos em torno da espionagem promovida pelo governo Barack Obama contra nações soberanas e da crise na Síria, como era esperado. Até o fechamento desta edição, cinco líderes latino-americanos discursaram: a presidenta Dilma Rousseff, que abriu a sessão, e os presidentes do Uruguai, José Pepe Mujica; do Chile, Sebastián Piñera; da Colômbia, Juan Manuel Santos e do Paraguai, Horácio Cartes.
O chanceler do Equador, Ricardo Patiño, criticou o discurso pronunciado nesta terça-feira (24) pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, na Assembleia Geral das Nações Unidas e qualificou-o como boletim policial internacional.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, vai à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, onde deve encontrar-se com outros mandatários para reuniões bilaterais, segundo informou o encarregado de Negócios da Venezuela nos Estados Unidos, Calixto Ortega, para a rede Venezolana de Televisión.
A presidenta Dilma Rousseff fez nesta terça-feira (24), em Nova York, o discurso de abertura da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Dilma iniciou seu pronunciamento afirmando que os recentes casos de espionagem – revelados pelo ex-funcionário da Agência Nacional de Segurança (NSA) Edward Snowden – promovidos pelo governo dos Estados Unidos representam graves "violações dos direitos humanos e das liberdades civis".
Por Mariana Viel, da Redação do Vermelho
A 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece em Nova York, conta com a ampla participação da América Latina, com intervenções previstas para os presidentes da Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Paraguai e Uruguai.
Os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e do Uruguai, José Mujica, conversaram nesta segunda-feira (23), em Nova York, sobre o possível início de um processo pelo fim do conflito armado entre o governo colombiano e o Exército da Libertação Nacional (ELN). Mujica disse que o Uruguai pode ser anfitrião de uma mesa de negociação. Os dois presidentes participam da 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas.
O Executivo Nacional da Venezuela avalia as condições para que o presidente, Nicolás Maduro, possa assistir a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), que se iniciam na próxima terça-feira (24) em Nova York, nos Estados Unidos.
Alguns presidentes da América Latina iniciaram no domingo (22) suas agendas em Nova York, onde acontecerá a 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Dentre os temas a serem discutidos pelos líderes da região na terça-feira (24), estão os problemas com o narcotráfico, os limites territoriais, a espionagem global e o desenvolvimento.
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, anunciou que irá se reunir com seu homólogo uruguaio, José Mujica, para tratar de “muitos temas”, na próxima segunda-feira (23), em Nova York, onde se celebra a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Os mandatários devem discutir o processo de paz das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e uma possível abertura de diálogo com o Exército de Liberação Nacional (ELN).