O presidente Miguel Díaz-Canel culpou os Estados Unidos por fomentarem protestos e cobrou o fim do bloqueio contra Cuba.
Em sua 75ª sessão, a Assembléia Geral da ONU apelou para que os Estados Unidos pusessem fim ao embargo que pesa sobre Cuba desde 1962
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB), através de sua Comissão de Relações Internacionais, divulgou, nesta quinta-feira (24), uma nota saudando a vitória cubana na Assembleia Geral da ONU, que pela 29ª vez condenou o bloqueio promovido pelos EUA contra a heroica ilha caribenha. Leia, abaixo, a íntegra.
A Assembleia Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira (23), com o apoio de 184 de seus Estados membros, uma nova resolução que pede o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos a Cuba. Votaram contra apenas os próprios Estados Unidos e Israel. Três países se abstiveram: Brasil, Colômbia e Ucrânia.
O resultado das eleições presidenciais no Irã e seus desdobramentos na política internacional são destaques na análise internacional da cientista política Ana Prestes desta quarta-feira (23). Outros temas também abordados são: as eleições francesas, o veto da UEFA ao pedido de iluminação do estádio Allianz Arena com as cores LGBT, a contestação de Keiko Fujimori ao resultado das eleições peruanas, a votação na ONU da resolução contra o bloqueio estadunidense a Cuba, a vacinação na China, o encontro entre Biden e Putin e o lançamento do livro que contará os bastidores do governo Trump no combate à pandemia.
Desde 2018, as doações ultrapassaram os US$ 11 milhões
Diante da pandemia de Covid-19, os cubanos recorreram, mais uma vez, à engenhosidade de seu povo para ser afetada o mínimo possível
Segundo cálculos do governo cubano, os custos econômicos com o bloqueio em seis décadas ultrapassam US$ 90 bilhões
EUA podem diminuir restrições a viagens, investimentos e remessas
Nem na conjuntura atual deixam de atacar uma cooperação que salvou milhões de vidas, acusa o Granma
Nesta segunda-feira (1º), Ministério das Relações Exteriores de Cuba (Minrex) emitiu uma nota onde protesta contra a inclusão do pais caribenho, pelos EUA, em uma lista de países que não colaboram com o combate ao terrorismo.
Acompanhamos os efeitos da pandemia do novo coronavírus no Brasil, em todas as dimensões, mas também devemos nos voltar para acompanhar a situação em outros países, sobretudo, os países latino-americanos. Esse acompanhamento é ainda mais necessário se encararmos que se acirraram as desigualdades, as competições, incluindo-se a ‘guerra das máscaras’.