Desde que assumiu, a gestão Michel Temer tem promovido mudanças no BNDES, que reduzem o papel da instituição e minam sua atuação como indutora do desenvolvimento. “Ao invés de usar o banco como instrumento para sair da crise, o governo decidiu usar a crise para saquear e desmontar o BNDES”, denunciou o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da Associação dos Funcionários do banco (AFBNDES). Para a entidade, interesses econômicos e ideológicos estão por trás do ataque.
Por Joana Rozowykwiat
O BNDES é uma das obsessões do golpe. É preciso destruí-lo a qualquer custo. Vale tudo. A estratégia é a mesma de sempre: criminalizar tudo que o banco já tenha feito, de maneira a aterrorizar seus funcionários, paralisar suas atividades, desmoralizar o banco diante da opinião pública.
Por Miguel do Rosário
O BNDES tem enfrentado diversas situações que prejudicam fortemente sua capacidade de cumprir a missão para a qual foi criado, há quase 66 anos.
Por João Barbosa de Oliveira*
Em carta aberta, o presidente da Associação de Funcionários do BNDES, Thiago Mitidieri, se dirige ao novo presidente da instituição, Dyogo Oliveira, na qual fala dos ataques que servidores e a própria instituição têm sofrido no último período. Segundo o texto, as administrações do banco durante o governo Temer possuíram "um caráter de intervenção e investiram numa falsa busca por moralização", além de que vieram "praticando a política do desmonte".
O clima é de tensão dentro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), onde funcionários interpretam como censura um procedimento interno contra um funcionário.Trata-se de Thiago Mitidieri, presidente da Associação dos Funcionários do BNDES (AFBNDES) e técnico da instituição, que está sendo alvo de um processo interno pelo Conselho de Ética.
O presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, comunicou Michel Temer que vai deixar o cargo para disputar a Presidência da República pelo PSC. A informação fou publicada pelo Estadão nesta quarta-feira (28). De acordo com o jornal, ele deixará o posto até 7 de abril, prazo para que ministros e detentores de cargos públicos saiam do governo para disputar eleições.
Ao contrário do que garantiu o proprietário da rede de megalojas Luciano Hang à imprensa gaúcha, durante o anúncio de investimentos bilionários no Estado, a empresa se valeu de 50 empréstimos do BNDES.
Por Flávio Ilha
Ao fim de seu governo, Dilma Rousseff deixou R$ 200 bilhões em caixa no BNDES, além de ativos a receber, mas esse recurso foi sangrado pelo governo Temer sob o pretexto de reduzir a dívida pública.
Por Mauro Santayana
Acusado de forma mentirosa de ter sido “quebrado” pela “incompetência” e “ladroagem” do PT, que deixou em seus cofres, no final do governo Dilma, a miserabilíssima quantia de mais de R$ 200 bilhões em caixa e ativos a receber, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) corre o risco de derreter com a sucessão de “pagamentos” “adiantados” ao Tesouro (de uma dívida que teria 30 anos para pagar) feitos pelo atual governo.
Por Mauro Santayana
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, realizou na última quinta-feira uma coletiva de imprensa para detalhar o processo de privatização de seis distribuidoras da Eletrobras nas regiões Norte e Nordeste.
O diretor jurídico do BNDES, Marcelo de Siqueira Freitas, fez o mais duro relato sobre o impacto da Lava Jato no setor de infraestrutura. Segundo ele, projetos ligados a empresas como Odebrecht, Andrade Gutierrez, UTC e Camargo Corrêa terão que ser vendidos – ou as empresas irão à falência.
Nos últimos anos, e mais especialmente a partir de 2013, o Brasil tem se transformado, cada vez mais, no país de pequenos e grandes golpes, canalhas, sucessivos e mendazes. Golpes na economia, golpes na soberania e na estratégia nacional, golpes contra a democracia, que culminaram no grande golpe jurídico-midiático-parlamentar de 2016.
Por Mauro Santayana*