Os R$ 100 bilhões entregues pelo banco ao Tesouro “poderiam estar sendo utilizados justamente para o investimento e o crescimento”, diz o presidente da Caixa Econômica Federal no primeiro mandato de Lula.
Por Eduardo Maretti
O governo golpista se supera, a cada dia, em seu propósito de inviabilizar o futuro do Brasil. Na véspera do Natal, o Estadão publicou matéria relatando que estão em curso discussões sobre mudanças na taxa de juros adotada pelo BNDES. Querem, em empréstimos de longo prazo, aproximar a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) da Selic e das taxas praticadas pelo mercado que remuneram títulos da dívida pública.
Por Sandra Brandão*
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara solicitou ao Ministério da Fazenda informações sobre os critérios técnicos que embasaram a decisão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de devolver antecipadamente, aos cofres públicos, o montante de R$ 100 bilhões referentes a empréstimos concedidos nos últimos anos pelo Tesouro Nacional ao banco.
O banco sofre a politização, dispensa 100 bi por ordem superior, irrita a indústria e só quer privatizar.
Por André Barrocal
Para Carlos Lessa, um projeto nacional tem de promover o trabalho e o emprego. Ex-presidente do BNDES, ele teme que o banco hoje atue para “vender barato o patrimônio que custou caro aos brasileiros”
O Ministério Público do Distrito Federal afirmou que os atrasos do governo nos repasses de auxílio de taxa de juros de financiamentos do BNDES, chamda de "pedaladas fiscais", do governo da presidenta eleita Dilma Rousseff não configuram operação de crédito nem uma prática criminosa, e decidou arquivar, nesta sexta-feira (8), o procedimento criminal.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que a sua diretoria aprovou financiamento de R$ 353,5 milhões para a construção de quatro centrais eólicas no município de Trairi (CE) e de seus respectivos sistemas de transmissão.
Na falta do que fazer, alguns segmentos da plutocracia brasileira, que tem proventos gordos – em muitíssimos casos, de mais que o dobro do Presidente da República – e que, ao contrário de nós, trabalhadores comuns e empreendedores, conta com estabilidade no emprego, insiste em dar lições aos "políticos" e meter-se, sem um voto reles de quem quer que seja, a administrar indiretamente o país.
Por Mauro Santayana*
Em discurso no plenário, o senador Jorge Viana (PT) teceu duras críticas à medida anunciada pelo presidente provisório Michel Temer (PMDB), que determina a devolução de R$ 100 bilhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro. Segundo ele, o governo interino pretende, assim, retirar recursos de investimentos – que geram emprego – para pagar juros da dívida. “Isso que não é remédio, é veneno para o Brasil”, diz o senador.
O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está promovendo ajustes em suas taxas e níveis de participação em linhas de financiamento, com o objetivo de melhorar as condições de apoio a projetos de infraestrutura, incluindo os da segunda fase do Programa de Investimentos em Logística (PIL).
“Aumentar os juros agora não tem o menor sentido do ponto de vista de inflação.” A declaração é do ex-presidente do BNDES Luiz Carlos Mendonça de Barros, e acontece a uma semana da próxima reunião do Copom, que sinaliza alta da Selic. A manifestação, vinda de um dos gurus econômicos do PSDB e um ex-ministro do governo FHC, mostra que a crítica à perspectiva de retomada da trajetória de elevação dos juros vem de todos os lados.
O Departamento de Logística do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou, em 2015, um volume de gastos para o setor da ordem de R$ 8,3 bilhões. O valor corresponde a uma queda na comparação com 2014, quando foram investidos R$ 11,5 bilhões.