A terceira Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) se encerra nesta quinta-feira (29), na Costa Rica, em uma atmosfera em defesa da unidade e da integração regional. O encontro foi inaugurado na quarta-feira (28) com a presença de 21 chefes de estado e governo e outros representantes dos 33 países que integram o mecanismo, fundado em 3 de dezembro de 2011 em Caracas, na Venezuela.
A pobreza na região mais desigual do mundo foi o principal tema da 3ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) em San Jose, na Costa Rica. Mas, desta vez, além de dar declarações, os líderes dos 33 países assumiram um compromisso por escrito: erradicar a pobreza extrema e a fome na região ate 2025.
Ao discursar em sessão plenária da Cúpula da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nesta quarta-feira (28), na Costa Rica, a presidenta Dilma Rousseff comemorou a reaproximação das relações entre os EUA e Cuba e defendeu o fim do bloqueio econômico do país norte-americano à ilha. Dilma apresentou ainda a proposta de criação de um fórum composto por empresários dos países-membros para enfrentar a crise economia internacional e retomar um crescimento “robusto”.
Nesta edição do programa Ponto de Vista, o editor do Vermelho, José Reinaldo Carvalho, comenta editorial sobre o papel da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) no impulso de uma "nova diplomacia que reforça a soberania na América Latina e alavanca as nações-membros".
Nesta terceira edição da Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) a reaproximação de Cuba com os EUA e os laços comerciais da região com a China terão grande destaque nos debates.
Começa, nesta quarta-feira (28), a terceira Cúpula de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe (Celac), com um olho na integração e o outro na luta contra a pobreza.
A intensificação da agenda política entre os países latino-americanos e caribenhos e a expansão das parcerias comerciais da região foram resultados alcançados com a Celac. Quem aponta os ganhos é a embaixadora do Brasil na Costa Rica, Maria Dulce Silva Barros, em entrevista ao Blog do Planalto.
O papel do Brasil como agregador e catalisador das relações internacionais contribuiu para que os países da América Central e do Caribe estivessem hoje mais integrados com a América do Sul trabalhando em prol do desenvolvimento regional. Esta foi a avaliação feita pelo embaixador Antônio José Ferreira Simões, subsecretário-geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, em entrevista ao Blog do Planalto.
As primeiras atividades da terceira cúpula da Comunidade de Estados latino-americanos e Caribenhos (Celac) se desenvolvem em um ambiente de consenso nesta, afirmaram os organizadores.
O Equador assumirá a presidência rotativa da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) com o objetivo de consolidar a presença regional da América Latina e do Caribe no mundo, assegurou, nesta segunda-feira (26), o chanceler Ricardo Patiño.
As políticas sociais do governo federal que nos últimos anos retiraram milhões de pessoas da pobreza, tiraram o Brasil do Mapa da Fome Mundial e elevaram o poder aquisitivo da população, serão apresentadas pela presidenta Dilma Rousseff na 3° Reunião de Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
“A Carta das Nações Unidas promove a solidariedade internacional e promove o direito ao desenvolvimento e à paz, questões levadas adiante pela Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac)”, disse o especialista Alfred Maurice de Zayas em entrevista à Prensa Latina.