Posseiros dizem ao Ministério Público que colegas foram rendidos antes de serem mortos; uma testemunha está desaparecida: teria sido levada pela polícia no dia dos assassinatos no Pará.
Por Ciro Barros, para a Agência Pública
Treze anos após o assassinato de três auditores fiscais e um motorista que faziam fiscalização das condições de trabalho nas fazendas de Unaí (MG), a justiça ainda não foi feita. Mesmo condenados a 100 anos de prisão, os envolvidos no crime estão em liberdade. Para lembrar a chacina, as Centrais Sindicais organizam Ato Público para próxima segunda-feira (30).
O governo federal nomeou nesta sexta-feira (13) o atual presidente Nacional da Juventude do PMDB, Francisco de Assis Costa Filho, para a Secretaria Nacional de Juventude (SNJ). Costa Filho assume o cargo ocupado por Bruno Moreira Santos, que pediu demissão após repercussões negativas referente declaração sobre a chacina de presos ocorrida em Roraima.
O Secretário da Juventude do Golpe, que defendeu mais chacinas, foi demitido porque falou em público o que os golpistas e seus apoiadores pensam em privado.
Por Marcelo Zero*
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) abordou, em sua coluna semanal na Folha de S. Paulo, publicada nesta terça-feira (10), a chacina ocorrida no presídio de Manaus. E, lamentando o ocorrido – “no meu querido Amazonas” –, criticou o governo de Michel Temer pelas declarações desastrosas e cobrou ações que alcancem “suas reais causas”, e não medidas paliativas.
O Secretário Nacional de Juventude do Governo Temer defendeu "uma chacina por semana". Disse, sobre a chacina em Manaus, onde morreram 56 pessoas, que "tinha era que matar mais". O Governo Temer disse que essas opiniões "não são as do Governo".
Por Haroldo Lima
Na última quinta-feira (5) o ato ”Nenhuma a menos”, fechou as ruas do centro de Campinas, no interior de São Paulo, com mais de mil pessoas repudiando o machismo e pedindo o fim do feminicídio. A manifestação foi chamada em decorrência da chacina ocorrida na cidade na noite de réveillon, quando um homem matou a ex-mulher, Isamara Filier, o filho e mais 11 pessoas.
Os mortos e feridos na chacina de Campinas são as primeiras vítimas fatais do ódio à esquerda estimulado pela mídia nos últimos anos.
Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena
O que você fez na noite do dia 11 para o dia 12 de novembro de 2015? Talvez a maioria não saiba responder, mas os moradores da Grande Messejana certamente saberão. Aquela noite ficou marcada na mente e no coração de tantas pessoas que perderam familiares, amigos, conhecidos, vizinhos.
Terminou nesta quinta-feira (13) a fase de depoimentos da audiência na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH), da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a falta de investigação e punição sobre dois casos brasileiros, a chacina de 26 pessoas e a tortura sexual, praticados por policiais na cidade do Rio de Janeiro em meados de 1990.
Denunciados pelo Ministério Público do Ceará (MPCE) por participação na chacina em Messejana, 44 policiais militares foram condenados pela Justiça cearense a prisão preventiva na última quarta-feira (31/08). Na época, o caso chocou a população e é considerada a maior chacina de Fortaleza, que vitimou onze pessoas em diversos ataques no dia 12 novembro do ano passado.
Das três linhas de investigações inicialmente conduzidas pelos órgãos de segurança pública do Estado, a que ganha força é a da participação de policiais militares na maior chacina de Fortaleza.