Desde os relacionamentos que geram uma gravidez até o momento do parto, muitas questões sociais se entrelaçam, na maioria das vezes revelando as mais diversas faces do racismo brasileiro.
Por Jarid Arraes, para o Portal Fórum
Nesta terça-feira (27/1), integrantes da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa discutem o plano de ação para o ano corrente, que inclui a construção de uma plataforma on-line para a convergência de informações sobre casos registrados nos órgãos competentes. O encontro será realizado às 14h, na Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi), em Salvador.
"Fizemos avanços na luta pela promoção da igualdade racial e pelo enfrentamento ao racismo. No entanto, ainda há muito trabalho pela frente para realizarmos uma completa superação", declarou Nilma Lino Gomes, ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR), em entrevista ao Portal Áfricas, ao falar sobre a importância de se aprimorar as ferramentas de ação da Secretaria.
Em vídeo, o Comitê Nacional Impulsor da Marcha das Mulheres Negras 2015 contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver reforça campanha de mobilização para o ato que ocorrerá em 18 de novembro de 2015, na capital federal.
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Em nota pública, divulgada no último dia 11 de janeiro, Comitê Nacional Impulsor da Marcha das Mulheres Negras 2015 contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver indicou as ações e procedimentos para a realização da Marcha das "Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência".
"A onda alimentada ao longo de 2014 contra o povo negro e nordestino reflete o tamanho do inimigo que precisamos enfrentar", declarou em entrevista á Rádio Vermelho, Edson França, presidente da Unegro, ao comentar os desafios que o movimento de combate ao racismo enfrentará em 2015.
Da Rádio Vermelho, com informações das agências
Capa do jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira (dia 5/1) e aqui no Portal Fórum divulgam os dados da pesquisa do Fórum Brasileiro da Segurança Pública que demonstram que jovens negros e negras tem 2,5 vezes mais chances de serem assassinados que brancos. No Nordeste, este indicador chega a 5. Os dados mostram ainda que a taxa de homicídios de de jovens brancos caiu e a de negros aumentou.
Por Dennis de Oliveira*, no Portal Fórum
Dados do Índice de Vulnerabilidade Juvenil à Violência e Desigualdade (IVJ 2014), pesquisa realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública a pedido do governo federal, que será publicado nos próximos dias, indicam que, no Nordeste, jovem negro corre cinco vezes mais o risco de ser morto que um jovem branco. Dos quase 30 mil jovens assassinados em 2012, 76,5% eram negros ou pardos. Ou seja: morreram 225% mais jovens negros do que brancos.
O Brasil é o segundo país do mundo em população negra, sendo superado apenas pela Nigéria. A contribuição dos negros, que por mais de 300 anos foram trazidos da África para cá, foi fundamental para a cultura brasileira. O “Revista do Cinema Brasileiro” mostra como a produção artística com o olhar e a estética negra cresce no país. Zózimo Bulbul é o convidado da semana e bate um papo no estúdio com a apresentadora Maria Luísa Mendonça.
Nesta última coluna do ano, abordo a questão da educação. O percentual de jovens entre 18 e 24 anos no ensino superior no Brasil bateu recorde em 2013 – chegou a 16,5%, um aumento significativo comparado com os 10,5% de 2004. Mas um índice pífio se comparado a países como Argentina (40%), Chile (26,5%) e, incrível, a Bolívia com 20,6%.
Por Dennis de Oliveira*, no Portal Fórum
No boletim da Rádio Vermelho desta segunda-feira (15) confira como o legado das Olimpíadas vai contribuir para a despoluição da Baía de Guanabara. O programa também destaca: Câmara termina o ano sem votar projetos de interesse social, Alba reafirma luta por soberania regional em declaração final e milhares de pessoas protestam nos EUA contra o racismo e a violência policial.
Por Ramon de Castro, para a Rádio Vermelho
Entre 2013 e 2014, as vagas nas universidades federais cresceram 9,8%. No mesmo período, essa ampliação foi de 38% para estudantes cotistas. O dado revela mudanças no perfil étnico-racial das instituições de ensino superior e foi apresentado nessa quinta-feira (4) pela ministra Luiza Bairros (Igualdade Racial) no evento de balanço de gestão da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).