Método permite visualizar coesão entre partidos e identificar situações de fragmentação e isolamento que podem levar a rupturas
Os liberais (no Congresso, STF, partidos, sociedade civil) temem e rejeitam mais a esquerda que qualquer outra força política. Mas cabe à oposição tornar consciente e aprofundar o movimento de vários atores contra a ditadura e por um papel mais ativo do Estado na economia de guerra.
Ainda sob o impacto de uma crise aberta com o PSL, o presidente Jair Bolsonaro lança oficialmente nesta quinta-feira (21) um novo partido, a Aliança pelo Brasil, em meio a incertezas sobre a viabilidade da legenda. Se não conseguir brechas na Justiça Eleitoral, a nova sigla pode disputar a eleição municipal de 2020 e chegar à corrida presidencial de 2022 sem recursos dos fundos partidário e eleitoral e sem tempo de rádio e TV.
O governo Jair Bolsonaro (PSL) acusou o golpe. Com a grande visibilidade da libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a repercussão de seus primeiros discursos fora da prisão, o Planalto começou a reagir. A estratégia gira em torno do ministro da Justiça, Sergio Moro, escalado para defender o governo e insultar Lula. Moro também afrontou o STF (Supremo Tribunal Federal) e o Congresso de uma vez só, ao cobrar pressão pela volta da prisão após condenação em segunda instância.
A crise no PSL extrapolou nesta quinta-feira (17) as barreiras do partido e atingiu a articulação política do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional. Em meio ao clima de beligerância no PSL, o presidente sofreu derrotas em série, foi chamado de “vagabundo” pelo líder do partido na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), e, em um contragolpe, decidiu tirar a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) da liderança do governo no Congresso.
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News quer convidar o médico Drauzio Varella para falar sobre as notícias falsas envolvendo vacinas. O requerimento foi apresentado pelo deputado Rui Falcão (PT-SP). Enquanto o pedido do parlamentar de oposição visa a esclarecer padrões de fake news, a base governista procura tumultuar a CMPI. É o caso da deputada bolsonarista Caroline de Toni (PSL-SC), que apresentou diversos requerimentos, numa manobra para desviar o foco da Comissão.
É muito preocupante que o foco principal da reforma tributária em discussão no Congresso não seja a péssima distribuição de renda no nosso país. Claro que diminuir a burocracia, eliminar a imensidão de tributos e garantir mais recursos para estados e municípios são todos temas muito importantes, mas reduzir a desigualdade é fundamental, e o melhor mecanismo para isso seria uma taxação mais justa do Imposto de Renda. Não podemos perder essa oportunidade.
Por Paulo Feldmann*
Vem aí a VI edição do CEARÁ RH 2019 – Congresso de Gestão de Pessoas & Expo RH. Nos próximos dias 5 e 6 de setembro, Fortaleza sedia o maior encontro de profissionais de recursos humanos do N/NE, durante o CEARÁ RH 2019 – Congresso de Gestão de Pessoas & Expo RH. O evento acontece no Espaço Expansão e Teatro do Shopping Rio Mar Fortaleza, e deve reunir cerca de 1,5mil congressistas.
Jair Bolsonaro até que tentou. Em junho, quando a Lei 13.834/2019 – que atualiza o Código Eleitoral – chegou à sua mesa, o presidente vetou penas mais duras para quem propaga fake news (informações falsas). Mas, na noite desta quarta-feira (28), o Congresso Nacional peitou Bolsonaro e derrubou o veto. Agora, criminosos que divulgarem notícias falsas com fins eleitorais podem ser condenados a até oito anos de reclusão. “Vitória!!!!”, comemorou Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) nas redes sociais.
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), líder da Minoria na Câmara, aparece com destaque no Ranking Semestral FSB Influencia Congresso, divulgado na semana passada pelo Instituto FSB Pesquisa. Entre os cerca de 145 congressistas que fazem oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL), Jandira desponta como a mais influente nas redes sociais.
Por André Cintra
Os partidos de oposição querem ampliar a reforma tributária em tramitação na Câmara dos Deputados, que voltará do recesso nesta semana. Parlamentares de esquerda querem incluir a taxação de lucros e dividendos na proposta.
Levantamento que calculou os primeiros seis meses do período legislativo do Congresso Nacional, entre 2 de fevereiro e 17 de julho, aponta que o senador Weverton (PDT) e o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) são os parlamentares mais influentes do Maranhão no ranking FSBinfluência Congresso