De acordo com relatório da Unicef, 32 milhões de meninos e meninas brasileiras (61%) vivem na pobreza e quase 27 milhões de crianças e adolescentes (49,7% do total) têm um ou mais direitos negados. Sendo que os mais afetados são meninas e meninos negros, vivendo em famílias pobres monetariamente, moradores da zona rural e das Regiões Norte e Nordeste.
Por Verônica Lugarini
Diversas instituições do Cariri estão mobilizadas para realizar no período de 22 a 26 de agosto, a I Mostra do Brincar, na Comunidade do Gesso, no Crato. O evento transformará o lugar durante cinco dias num espaço para brincadeiras e jogos populares.
Considerada uma das bandas mais importantes do cenário musical e político da atualidade, o Pearl Jam criticou abertamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em apresentação na última terça-feira (19). O alvo do protesto foi a agressiva política de imigração que trancafiou crianças em gaiolas, separando-as de seus pais, na fronteira com o México. Encontramos outras histórias interessantes sobre o ativismo inquieto do quinteto de Seattle. Leia em alto e bom som.
Por Iberê Lopes*
Pedro Henrique Blaco Arouca mora em Bauru (SP) e chamou atenção de colegas e professores com o uso da criatividade para superar a carência financeira.
Enquanto o canal de denúncia contra violência sexual infantil sofreu um corte de quase 50% em 2017 pelo governo Temer, o Congresso Nacional não votou nenhum dos projetos indicados no relatório final da CPI. Diante dessa estagnação, especialistas cobram fiscalização e mais investimento.
Mais de 40% de crianças e adolescentes de até 14 anos vivem em situação domiciliar de pobreza no Brasil, o que representa 17,3 milhões de jovens. Em relação àqueles em extrema pobreza, o número chega a 5,8 milhões de jovens, ou seja, 13,5%. O que caracteriza a população como pobres e extremamente pobres é rendimento mensal domiciliar per capita de até meio e até um quarto de salário mínimo, respectivamente.
A Promotoria da Infância e da Juventude do Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) irá investigar a implementação de programas e serviços pela prefeitura de São Paulo voltados às crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, principalmente àquelas que vivem no centro da capital paulista.
Tudo indica que não foi por falta de aviso. Seis meses depois de o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), aderir ao programa Criança Feliz, o serviço ainda não entrou em funcionamento na cidade, apesar de já ter recebido neste período o repasse de quase R$ 1,8 milhão do governo federal.
As Organizações Sociais (OS) responsáveis por projetos voltados para crianças e adolescentes na cidade de São Paulo sofreram um duro golpe. Este ano o prefeito João Dória (PSDB) autorizou, no final de janeiro, a desvinculação de 30,7 milhões de reais do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad), responsável por financiar iniciativas dedicadas a este público.
Proprietários de estabelecimentos poderão sofrer multas de até R$ 5 mil, com possibilidade de aumento de acordo com o faturamento
Em representação, órgão questiona negligência dos gestores do município e do estado paulista, mesmo com estudos que revelam a grave situação de vulnerabilidade de menores.
Em 1941, os desenhistas da Disney abandonaram o trabalho para exigir que o New Deal fosse trazido para o Magic Kingdom (Reino Mágico). Todo americano e quase toda gente cresceu assistindo os filmes da Disney, mas quantos ouviram falar da "guerra civil em animação"?
Por Kenneth Bergfeld e Mark Bergfeld *