Com o objetivo de reafirmar a posição do Comitê da UFRN pela Democracia contra o golpe em curso no país e debater a importância do Estado Democrático de Direito na garantia dos direitos civis, humanos e fundamentais, o ADURN-Sindicato e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (DCE/UFRN) realizaram uma Assembleia Universitária nesta quarta-feira (30).
No momento em que o país vivencia a luta contra a instauração de um golpe, a realização de manifestações nesta quinta (31) pela defesa da Democracia, pretende lembrar os riscos da quebra da ordem constitucional.
A União Brasileira de Mulheres (UBM) chamou de “agressão moral rasteira” e de “manifestação escandalosa de misoginia e escárnio sobre a condição de mulher da presidenta Dilma” a tag #lulaperdeuodedonaxotadadilma#, criada pelo programa Pânico na TV e reproduzida nas redes. A entidade condenou o ocorrido dizendo que serve a “disseminação de valores facistas no país” e reafirmou o compromisso com “o bom debate, politizado, com democracia”.
Um grupo de artistas e intelectuais baianos está convocando um ato em defesa da democracia para a próxima quarta-feira (23/03), no Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, a partir das 18h. Denominado ‘suprapartidário’, a atividade pretende denunciar ‘através da arte’ as violações de direitos e garantias constitucionais no Brasil.
A CTB, CUT e representantes da UGT, Força Sindical, CSB e Nova Central, realizam nesta quarta-feira (23) uma Plenária Nacional de Sindicalistas em defesa da democracia, do Estado de Direito e contra o golpe.
Após reunião neste final de semana, movimentos formados nas periferias de São Paulo decidiram criar nos próximos dias um coletivo contra o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
A afirmação foi feita nesta segunda-feira (21) à Agência Sindical por João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, deposto da Presidência pelo golpe de 64, patrocinado pelo empresariado nacional em parceria com a mídia e órgãos do governo norte-americano. “Vejo com tristeza que a Fiesp continua com a cabeça em 1964, quando fustigou a legalidade e financiou ações golpistas”, diz João Vicente.
Mulheres, negros, trabalhadores, estudantes, sem-terra e parlamentares, entre outros representantes do movimento social, se manifestaram no dia 18 de março, em São Paulo, contra o golpe e em defesa da democracia. A Tv Vermelho registrou o clima de festa e luta na avenida paulista. As palavras de ordem “Não vai ter golpe” e “fora Cunha” foram as mais repetidas. Mesmo blindado pela mídia, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, foi alvo de protestos.
Para debater o atual cenário político no Brasil, que tem sido marcado por violações de direitos, a Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (FDUFBA) promove, nesta terça-feira (22/03), um ato “em defesa da democracia e das garantias constitucionais”. A atividade está marcada para as 18h, na Sala da Congregação da faculdade, no bairro da Graça, em Salvador.
O deputado federal Orlando Silva participou do ato contra o golpe e pela democracia na última sexta-feira (18), na avenida paulista, em São Paulo, sem perder de vista as manobras do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, a quem Orlando classificou, na ocasião, de “capitão do impeachment”. Para o deputado do PCdoB, “Cunha quer (com o impeachment) rasgar a constituição e criar uma cortina de fumaça para ele, réu, se esconder”.
Uma multidão protagonizou a maior manifestação de rua da história da cidade de Natal. Mais de 30 mil pessoas participaram nesta sexta-feira, 18, do ato convocado pela Frente Brasil Popular em defesa da Democracia e contra o golpe. O evento teve concentração em frente ao shopping Midway, de onde saiu em caminhada por 3 km até a Praça da Árvore de Mirassol.