A projeção do Dieese é que o custo mensal para um adulto se alimentar ficará em torno de R$ 700 na capital paulista em janeiro, segundo informa a BBC News Brasil.
“Eleições em outubro tornam as previsões ainda mais difíceis, ainda mais com um governo que busca a reeleição a qualquer preço”, afirma o instituto
No ano, o percentual de reajustes abaixo da inflação segue muito próximo de 50%
Maioria dos acordos feitos no mês passado ficou abaixo da inflação, num claro arrocho salarial.
Estudo mostra que a taxa mensal de 3,99% para crédito à população carente é maior até que juros do cheque especial.
Revista Fórum informa que políticos e influenciadores postaram vídeo, assinado pela liderança da Minoria na Câmara, que mostra alta do dólar, aumento dos combustíveis e alimentos e outros aspectos trágicos do governo Bolsonaro.
Cálculo do mínimo ideal é feito com base no custo da cesta básica mais cara do país, entre as 17 capitais pesquisadas pelo Dieese. A cesta mais alta, de Florianópolis, alcançou R$ 700,69.
Segundo levantamento realizado pelo Dieese para o Portal Vermelho, no início do Governo Bolsonaro, o custo da alimentação de um trabalhador estava em R$ 467,65 enquanto o salário mínimo foi fixado em R$ 998,00. Ou seja, era suficiente para comprar 2,1 cestas. Em setembro de 2021, a cesta já chegava a R$ 673,45 para um salário de R$ 1.100,00, conseguindo o mínimo adquirir 1,6 cesta.
“A depender do que acontece no cenário internacional, qualquer soluço no mundo vira tsunami aqui no Brasil”, disse o diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Junior,
Para Clemente Ganz Lúcio, desemprego, informalidade e precarização permanecerão em 2022.
Estudo da USP aponta que auxílio deveria ser de pelo menos R$ 701,66 para cobrir o custo do item essencial. Sob Bolsonaro e Guedes, inflação e cortes no benefício dizimaram renda dos mais vulneráveis.
Cesta mais cara é a de Porto Alegre, que custa R$ 664,67