O deputado Fernando Ferro (PT-PE) chamou a atenção, em Plenário, para as recentes afirmações do senador Aécio Neves (PSDB-MG) que sinalizou que, caso ganhe a eleição presidencial, adotará medidas impopulares.
O quadro das pesquisas da disputa presidencial está relativamente congelado. Dilma tem vantagem, oscila mas a oposição não cresce. É pouco provável que isso se altere significativamente até junho-julho. Haverá a Copa Mundial, cujo efeito eleitoral é imponderável. A oposição está concentrada em desconstruir a imagem de Dilma no plano político, e a situação econômica tem, rigorosamente, pouca probabilidade de atingir os índices de Dilma.
Por Walter Sorrentino*
Em solenidade da qual o povo foi o grande excluído, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), foi o orador principal nesta segunda-feira (21) na 63ª solenidade de entrega da Medalha da Inconfidência, em Ouro Preto, Minas Gerais. O ato oficial de Estado foi inescrupulosamente transformado em palanque eleitoral pelo senador mineiro.
Na eleição deste ano, pelo menos oito nomes de partidos pequenos se lançarão à disputa; o pastor Everaldo (PSC) e o senador Randolfe Rodrigues (PSOL) são as maiores apostas.
Segundo o jornalista, barões e seus editores, comentaristas, colunistas e blogueiros reunidos no Instituto Millenium viram nos números o fracasso a estratégia de minar a popularidade da presidente com o caso Petrobras.
Senador Lindbergh Farias, pré-candidato do PT ao governo do Rio de Janeiro, pode ser investigado por peculato; o motivo é uma decisão recente do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, num processo do tempo em que Lindbergh foi prefeito de Nova Iguaçu; candidatura Lindbergh é hoje o principal ponto de tensão entre PT e PMDB, uma vez que os dirigentes do PMDB no Rio já ameaçam apoiar Aécio Neves.
No dia 26 de abril, às 9h no Sindicato dos Engenheiros, o comitê estadual realiza reunião ampliada com toda a direção estadual, direções municipais e os pré-candidatos as eleições de 2014.
Reunida em São Paulo nesta segunda-feira (14), a Comissão Política Nacional do PCdoB analisou o quadro político e passou em revista o projeto eleitoral do partido. A nota dos comunistas destaca o acirramento da luta política. De um lado estão as forças progressistas que apoiam o governo Dilma e sua reeleição; de outro, o sistema de forças que engloba a oligarquia financeira, a mídia, os partidos conservadores e os dois principais candidatos oposicionistas, Aécio Neves e Eduardo Campos.
A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) está confiante na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o número de vagas que cada estado terá nas eleições deste ano para a Câmara dos Deputados. A senadora espera que o decreto legislativo aprovado pelo Congresso Nacional, com voto contrário dela, e que susta a resolução do TSE, não seja acolhido pelo Supremo.
Pesquisas, indefinições e rejeição do governo Roseana foram determinantes para o desgaste do grupo