O presidente da Bolívia, Evo Morales, anunciou em sua conta no Twitter que, caso o golpe contra Dilma Rousseff se consolide, vai retirar seu embaixador, José Kinn, do Brasil por não reconhecer o processo de destituição da presidenta. Explicou que a medida se dá porque seu país defende “a democracia e a paz”.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, enviou mensagens de apoio a Dilma Rousseff por meio de sua conta oficial no Twitter. Com quatro posts dedicados ao julgamento político realizado no Brasil, o chefe de Estado destacou a altivez da presidenta.
O presidente da Bolívia, Evo Morales destacou nesta quarta-feira (17) a luta e a resistência dos povos indígenas da América Latina contra os impérios europeus e norte-americano. A intervenção foi feita durante a inauguração da Escola Anti-imperialista Juan José Torres em Santa Cruz de la Sierra, a cidade mais populosa do país.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, publicou nesta quarta-feira (3) em sua conta oficial no Twitter uma crítica à Aliança do Pacífico. Segundo ele, o tratado é “um braço militar e financeiro do imperialismo, quer acabar com a integração regional do Mercosul, Unasul e Celac”, denunciou.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, sancionou Israel como Estado Terrorista. A partir de agora os cidadãos israelenses não tem mais o direito de ingressar no país andino sem visto e serão submetidos a trâmites mais burocráticos para solicitá-lo. A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (21) durante um evento na cidade de Cochabamba. Evo denunciou que Israel “não respeita os princípios, nem os propósitos da Carta das Nações Unidas, nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, solicitou neste sábado (19) uma reunião urgente da Unasul (União das Nações Sul-americanas) a fim de defender a presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, dos movimentos que pedem seu impeachment.
Em entrevista ao canal de televisão Cadena A, o presidente Evo Morales denunciou a guerra geopolítica travada pelos Estados Unidos na Bolívia para tenta criar obstáculos para a entrada das empresas chinesas e bolivianas em seu país.
De acordo com uma pesquisa publicada recentemente pelo instituto de pesquisa boliviano Ipsos, o índice de popularidade do presidente da Bolívia, Evo Morales, atualmente é de 58%, uma porcentagem maior que a dos resultados obtidos recentemente no referendo constitucional, realizado em 21 de fevereiro.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, expressou sua solidariedade com o ex-presidente Lula, devido à condução coercitiva sob a qual ele foi submetido na manhã desta sexta-feira (4).
A Bolívia se converteu em um campo de batalha onde os Estados Unidos estão aplicando uma operação política encoberta de grandes proporções para tentar debilitar a confiança do povo no governo, afirmou o ministro da presidência, Juan Ramón Quintana.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, assegurou que independente dos resultados do referendo constitucional, realizado neste domingo (21), a luta contra o neoliberalismo continuará “porque existe um sentimento anti-imperialista que não se acabará”. Já passam de 80% das urnas apuradas e o “não” leva vantagem com 59,05% dos votos contra 40.95% para o sim.
Termina nesta quarta-feira (17) o prazo para as campanhas em defesa do “sim” e do “não” para o plebiscito que decidirá uma emenda constitucional para permitir que Evo Morales se candidate à presidência novamente em 2019 ou não. Depois de pouco mais de um mês de campanha, os bolivianos vão às urnas neste domingo (21).