Na semana em que não apenas a Praça de Maio foi tomada por mulheres argentinas, assim como outras cidades após o crime brutal contra a adolescente Lucía Perez, outra cena nos choca também, mas dentro de campo: a agressão a uma bandeirinha na Argentina.
Por Guadalupe Carniel*
Nesta sexta-feira (21), o Mundial Feminino Sub17 chega ao fim. As seleções do Japão e Coreia Popular farão a final no Estádio Internacional de Amman a partir das 15 horas com transmissão do Sportv 2 e Band.
Por Lu Castro*
O futebol feminino é um lugar de exclusão por natureza. É um lugar de exercício de poder masculino por natureza. O espaço do futebol das mulheres, é, predominantemente comandado por homens e com aplicação de conceitos machistas, como a necessidade de boa aparência das atletas. Podemos citar o Paulistânia, como um dos exemplos máximos de escolha por padrão estético.
Por Lu Castro*
Não é golpe. Não há arbitrariedade na ação da PM de Alckmin. Não tem clubismo na seleção. Esta combinação de palavras nas pequenas frases diluídas no dia-a-dia, me obrigam a propor o seguinte exercício de cinismo: Me expliquem, como se eu tivesse, sei lá, uns 4 anos de idade, onde não é golpe, onde não houve arbitrariedade e onde não tem clubismo na seleção.
Por Lu Castro*
Tentarei discorrer sobre a participação da seleção feminina de futebol nos Jogos Olímpicos de uma maneira diferente da costumeira. Digamos que este roteiro está de trás para frente e a trilha é “Samba, suor e cerveja”, de Caetano Veloso.
Por Lu Castro*
Após a conquista inédita do ouro no futebol masculino na 31ª Olimpíada, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) prometeu nesta segunda-feira (22) dar um prêmio de R$ 12 milhões aos integrantes da Seleção Olímpica de futebol. Ao mesmo tempo, fala-se em extinção da seleção permanente de futebol feminino.
Por Humberto Alencar
Milton Neves causou controvérsia nas redes sociais, nesta terça-feira (16), ao fazer galhofa do futebol feminino em seu Twitter. Nas postagens, Milton Neves comparou a modalidade a “um gordo comendo salada”, o que segundo ele seria “sem graça”, além de dizer que as mulheres são “sublimes” em tudo, menos no futebol.
Por Felipe Bianchi*
O torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos é um momento único e especialíssimo para as mulheres que se dedicam à modalidade dentro de campo. É a competição mais importante e mais esperada pelas atletas desde que sua participação foi inserida nos Jogos, em 1996.
Por Lu Castro
Aí eu acordei na segunda-feira lendo uma notícia para tirar do sério qualquer pessoa minimamente sensata. Antes de contar sobre as linhas que desagradaram, convém voltar uns dias no tempo.
Antecipando o movimento de coletivos feministas como o Olga Esporte Clube, que, assim como eu, acreditam que à frente de um possível Departamento de Futebol Feminino na CBF é necessária e legítima a presença de uma mulher, a Federação Paulista de Futebol anunciou nesta segunda-feira, 11, a escolha da ex-capitã da seleção e então supervisora da equipe feminina do Corinthians, Aline Pellegrino, para o comando do departamento recém-criado na entidade.
Por Lu Castro*
No dia 14 de março de 2015 foi aberto oficialmente o ano do futebol feminino no Museu do Futebol. Arrisco esta afirmação por uma razão bastante concreta: a partir da referida data, o espaço e a agenda do Museu do Futebol estiveram amplamente ocupados pela modalidade. Um acontecimento que estreitou laços, reaproximou atletas, levou ao conhecimento de muitas pessoas aspectos próprios do futebol das mulheres e, fundamentalmente, a história construída por elas até então.
Por Lu Castro*
Em tempos em que assistimos desesperados, e um tanto abestalhados, o desenrolar e avanço de pautas conservadoras e que afetam drasticamente a condição da mulher brasileira, ser convidada para discorrer sobre a luta das futebolistas do país no Portal Vermelho é um alento e uma grande honra.
Por Lu Castro*