Narrado pela própria diretora, Democracia em Vertigem aborda o cenário político recente do Brasil pela perspectiva da cineasta, retratando o processo do golpe do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a prisão covarde do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ascensão da extrema direita no país com o governo de Jair Bolsonaro.
O governo venezuelano assegurou nesta quarta-feira (26) ter desbaratado um plano de golpe de Estado, que incluía o assassinato do presidente Nicolás Maduro e a proclamação de um general da reserva como chefe de Estado. “Estivemos em todas as reuniões para planejar o golpe de Estado, estivemos em todas as conferências”, disse o ministro da Comunicação, Jorge Rodríguez.
Diante da nova investida golpista na Venezuela, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), se apressou em defender uma intervenção no país vizinho e atropelou o texto constitucional.
No dia 17 de abril de 2016, um domingo, a Câmara dos Deputados, de maneira espalhafatosa, admitia o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff. Foram 367 votos favoráveis e 137 contra.
Por Marcos Aurélio Ruy*
A presidenta nacional do PCdoB, Luciana Santos se encontra em Cuba onde cumpre importante agenda. Ao participar de um debate com estudantes da Universidade de Havana, a dirigente nacional do PCdoB denunciou a prisão política do ex-presidente Lula. Para ela as elites do Brasil não aceitam que o povo brasileiro e o país obtenham conquistas e por isso golpeou a democracia com o impeachment fraudulento da presidenta Dilma.
Ao prometer visão positiva da ditadura em livros didáticos, ministro da Educação irrita até militares, vê pressão contra sua permanência no cargo aumentar e tem mais dois indicados por ele exonerados.
Em evento na Câmara, Jerry reforçou a defesa pela democracia e ressaltou sua prontidão em atuar em prol das famílias das vítimas e anistiados dos 21 anos de ditadura instituídos no Brasil
Na próxima segunda-feira, 1º de abril, o golpe de 1964, que instalou por mais de duas décadas uma ditadura civil-militar no Brasil completa 55 anos. Para marcar a data, entidades da sociedade civil organizam, em várias cidades do país, uma série de eventos que relembram as atrocidades cometidas naquele período.
Em nota, PCdoB, PDT, PT, PSB, PSOL e PCB condenam a louvação de Jair Bolsonaro ao golpe e à ditadura militar de 1964. Os partidos não aceitam a tentativa de negar a supressão das liberdades e direitos, bem como a perseguição política contra opositores, com inúmeros casos de prisão, tortura, desaparecimento e morte. A nota expressa apoio aos atos em defesa da democracia e do estado de direito, assim como reafirma o compromisso de continuar lutando contra os retrocessos promovidos pelo governo.
Magistrada da 6ª Vara da Justiça Federal em Brasília atendeu a um pedido de liminar apresentado pela Defensoria Pública da União.
"Numa data tão dolorida como o 31 de março, a qual deveria servir para fortalecermos os valores da democracia, solidariedade e respeito, notamos manifestações promovidas pelo presidente Jair Bolsonaro indo em direção oposta a tudo aquilo que o mundo e a civilização compreendeu dos períodos autoritários vividos na época da ditadura".
Por Vitor Marques*
Desde que no dia 25 de março, através do porta-voz da Presidência da República, Bolsonaro incitou os quartéis a realizarem “as comemorações devidas” ao golpe militar de 1964, elevou-se a tensão no cabo de guerra que há no país entre autoritarismo e democracia.