Após apenas um mês de governo e em meio a um sem-número de polêmicas, a gestão Jair Bolsonaro (PSL) começa a enfrentar seus “fios soltos” mais explosivos. A primeira vítima foi o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, indicado ao cargo pelo filósofo ultradireitista Olavo de Carvalho. Ao que tudo indica, o próximo alvo é o vice-presidente, general Hamilton Mourão.
Quinta-feira, 7 de fevereiro. Esta é a data em que o governo federal vai tornar pública sua proposta de reforma da Previdência Social. Segundo o porta-voz da Presidência, general Otávio do Rêgo Barros, é no dia 7 que a mensagem de Jair Bolsonaro deve chegar ao Congresso Nacional.
“Ao completar o primeiro mês no comando de uma das 10 maiores economias do mundo, Jair Bolsonaro confirma que não tem as credenciais necessárias para ser presidente do Brasil. Em 31 dias no cargo mais importante da nação, o populista de ultra-direita mostra que a marca do bolsonarismo será uma conjugação de incompetência, corrupção e ódio".
Por Rafael Mesquita*
A posse de Jair Bolsonaro tem menos de um mês, mas o festival de erros primários, recuos, novos erros, gafes políticas e diplomáticas é tamanho que já dá um volume na Barsa do nosso folclore político. Some-se a isso as contradições e disputas entre os núcleos de poder do bolsonarismo e a crise política envolvendo o filho do presidente. O resultado não poderia ser outro: o governo nasce velho e desgastado.
Por Orlando Silva*
"O que o mundo esperava de Bolsonaro eram ideias concretas para tirar o Brasil da crise econômica, dentro do modelo liberal defendido pelo ex-parlamentar. Queriam algo novo. Não veio nada. O que transpareceu para o público foi uma pessoa insegura e despreparada para o cargo que ocupa”.
Por Ítalo Coriolano*
"O posto obriga a conversar com toda a população, não apenas com o próprio eleitorado”.
Por Lucinthya Gomes*
“O risco que este governo conhecido traz é mais profundo: é o da própria democracia”.
Por Martonio Mont'Alverne Barreto Lima*
Um dia após a assinatura do decreto presidencial facilitando o porte de armas no Brasil, o deputado federal (PCdoB-SP) e líder da bancada comunista na Câmara, Orlando Silva criticou, nesta quarta-feira (16), o "libera geral" indicado no decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro.
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) comentou, perplexa, a gravidade do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (15) que facilita a posse de armas no país. Para a parlamentar, "de forma irresponsável e criminosa", o novo governo usurpa o poder do Congresso Nacional usando um instrumento indevido para mudar a lei.