A nova pesquisa do Instituto Ibope, divulgada nesta terça-feira (23) mostra que o candidato Fernando Haddad, da coligação O Povo Feliz de Novo, cresceu 2%, enquanto Jair Bolsonaro caiu o mesmo percentual. Com isso, a diferença entre os dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial diminuiu em 4%.
As tradicionais rivalidades futebolísticas foram deixadas de lado para a defesa de algo maior: a democracia. Nesta segunda-feira (22), 69 grupos de torcidas organizadas e coletivos de futebol se uniram em apoio à chapa Fernando Haddad e Manuela d'Ávila, durante o ato promovido na Tucarena (PUC-SP).
O teatro da Pontifícia Universidade de São Paulo recebe na noite desta segunda-feira (22) o ato nacional da Educação, Ciência & Tecnologia e Intelectuais em apoio a Fernando Haddad e Manuela d'Ávila, candidatos da coligação O Povo Feliz de Novo na eleição presidencial. O evento ocorre no momento em que o candidato direitista Jair Bolsonaro aumenta seus ataques à forças progressistas com ameaças e sob repercussão das ameaças do fuilho de Bolsonaro ao STF. Deste modo, o ato deverá ter forte manifestação em favor da democracia.
“A eleição não esta decidida. Se aquele clima de luta da Praça do Ferreira se espalhar pelo Brasil nesses últimos dias, o nazistóide será derrotado. Com certeza, aqui no Ceará, a Praça do Ferreira jogou seus fluidos civilizatórios para todo o Estado. A praça aluiu o PT para a vitória fragorosa em nosso Estado, quiçá no Brasil”.
Por Mariano Freitas*
Se havia ainda alguma máscara sobre o que representa o candidato presidencial Jair Bolsonaro, ela acaba de cair. Seu vídeo exibido em telões na Avenida Paulista neste domingo (21), na cidade de São Paulo, é mais uma prova contundente do quanto a democracia corre efetivo risco.
Neste såbado as ruas estão lotadas pelo povo brasileiro que luta pela democracia.
O candidato Fernando Haddad (PT) esteve neste sábado no ato pela democracia que aconteceu em Fortaleza, no Ceará, e falouque tem certeza que as dificuldades serão superadas e que a virada para vencer as eleição começaram no Nordeste. Além disso, Haddad disse estar determinado a colocar uma carteira de trabalho [da população] numa mão e um livro na outra. É assim que o povo vai se desenvolver".
O manifesto “Por uma Frente Progressista do tamanho do Brasil” ocupou uma página inteira da edição deste sábado (20) do jornal Folha de São Paulo. O documento alerta: “Não cabe a neutralidade ou abstenção diante de uma situação que pede de nós ação imediata. A omissão dos democratas poderá levar o Brasil a uma escalada autoritária”. Mais de 22 mil artistas, intelectuais e personalidades se posicionam em favor de Fernando Haddad (PT) e contra a eleição de Jair Bolsonaro.
Por Verônica Lugarini
Na tarde desta sexta-feira, o governador reeleito de Pernambuco reuniu prefeitos, ex-prefeitos e lideranças políticas para reafirmar o compromisso com Fernando Haddad no segundo turno. Também participaram do encontro, Luciana Santos, presidenta nacional do PCdoB e vice-governadora eleita, e o senador reeleito Humberto Costa(PT).
O sábado (20) foi dia de acordar mais cedo, vestir vermelho, pegar a bandeira e ir às ruas pela democracia, em busca da virada e em defesa da democracia. No último final de semana antes do segundo turno das eleições presidenciais deste ano, Fernando Haddad (PT) concentra atividades no Nordeste, região que confirmou seu legado de resistência e luta.
Neste sábado (20), milhares de brasileiros estão nas ruas em defesa da democracia e contra a ameça que o candidato à presidência Jair Bolsonaro representa. Os atos acontecem em diversas cidades e apoiam a chapa Fernando Haddad (PT) e Manuela d’Ávila (PCdoB). As manifestações representam uma Frente Ampla pela democracia, com os apoios cde partidos, lideranças, artistas, movimento social e cívico que tem como objetivo resguardar a democracia.
O candidato do campo democrático à Presidência da República, Fernando Haddad (PT), disse, durante um ato de campanha em Fortaleza (CE), que uma vitória sobre o candidato de extrema direita, Jair Bolsonaro (PSL), terá "um gosto especial, (…) porque não é ganhar de um cara razoável. É ganhar de um trambiqueiro, é ganhar de um cara destrambelhado". "Modéstia à parte, o Brasil precisa mais de um professor que de um miliciano", ressaltou