Número de 2024 foi 33% menor desde 2014; 77% dos assassinados eram negros, segundo o Atlas da Violência
Mesmo com aliança entre Nunes e Tarcísio, São Paulo concentra os roubos do estado; insegurança se espalha por centro e periferia, enquanto interior lidera homicídios.
Redução no número de mortes violentas intencionais foi de 5,4%, mas estupros atingiram maior marca histórica, com mais de 87 mil vítimas, das quais 77% eram vulneráveis
Números também foram positivos no que diz respeito aos latrocínios, crimes patrimoniais e apreensões. Por outro lado, violência contra mulher ainda é desafio a ser superado
Entre 2022 e 2023, país atingiu menor taxa em 11 anos. Mas, números seguem altos, com mais de 45 mil assassinatos em 2023, a maioria, de negros
País registrou redução de 27% no número de mortes violentas intencionais entre 2018 e 2024. Por outro lado, assassinatos cometidos por policiais cresceram quase 190% em 10 anos
Atlas da Violência mostra que naquele ano, 35,5 mil pessoas negras foram mortas. Relatório também chama atenção para o alto índice de suicídio entre povos indígenas
Informação consta do Atlas da Violência. Estudo mostra, ainda, que política armamentista de Bolsonaro pode ter interrompido trajetória de queda dos homicídios a partir de 2017
Proposta de vereadora do PCdoB, aprovada pela Câmara de Porto Alegre, estabelece que atendimento seja feito por profissional habilitado da rede pública municipal ou conveniada
Dados apresentados pelo Ministério da Justiça apontam redução em todos os índices de violência: homicídios caíram 3,26%; feminicídios, 2,44% e os latrocínios, 20,73%
Levantamento feito pelo Instituto Sou da Paz mostra impacto da violência armada para a saúde pública; ao todo, houve 17,1 mil internações por esse tipo de ferimento
Levantamento feito em 2021 mostra que, em números absolutos, país foi onde mais se cometeram assassinatos (acima de 45 mil), seguido da Índia e do México; 81% das vítimas são homens