O regime de Israel reiniciou o ataque contra a sitiada Faixa de Gaza na manhã desta terça-feira (19). Segundo meios palestinos, o regime de Telavive lançou um ataque contra 10 localidades no enclave.
O comissário geral da Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA), Pierre Krahenbuhl, afirmou na segunda-feira (18) que o bloqueio imposto por Israel na Faixa de Gaza, mantido desde 2007, precisa acabar.
O regime israelense não permitiu a entrada na Faixa de Gaza de funcionários da Anistia Internacional e do Observatório dos Direitos Humanos (HRW na sigla em Inglês). Os membros destas entidades pretendiam abrir uma investigação independente sobre a recente ofensiva militar israelense contra os palestinos.
Nesta segunda-feira (18), encerra-se a trégua entre palestinos e israelenses. As negociações seguem no Egito para a prorrogação do fim das hostilidades. O diálogo tenta conciliar um cessar-fogo permanente para acabar com a atual crise na Faixa de Gaza após os ataques iniciados por Israel em 8 de julho.
Milhares de israelenses se manifestaram neste sábado à noite (16), em Tel Aviv, para pedir ao governo que retome as negociações de paz com a Autoridade Palestina, de Mahmud Abbas, após o massacre israelense contra os palestinos na Faixa de Gaza.
A Palestina espera encerrar os diálogos com o fim do bloqueio israelense à Faixa de Gaza. Suspender o bloqueio à Faixa e reduzir as restrições de movimento das 1,8 milhões de pessoas que vivem aí são requisitos prévios para uma tranquilidade permanente na região, opinou o líder do Hamas, Ismail Haniyeh.
As variações em cenários políticos domésticos – ou o congelamento de movimentos oposicionistas – são vastamente analisadas em contexto de guerras ou ofensivas militares. Alguma esquizofrenia é frequentemente notada no esforço de “unidade nacional” diante do “esforço de guerra”, que envolve a mídia de forma tão eficiente na reprodução do discurso oficial sobre a ofensiva. É mais uma vez o caso em Israel.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
A organização humanitária internacional Oxfam reiterou nesta quinta-feira (14) a necessidade de acabar com a ofensiva israelense contra os moradores da Faixa de Gaza como um passo fundamental para alcançar a paz e a reconstrução duradoura da região.
Um novo cessar-fogo na Faixa de Gaza terá duração de cinco dias a partir desta quinta-feira (14), afirmam autoridades egípcias, responsáveis pela intermediação das negociações de paz entre israelenses e palestinos. O novo período surge, em detrimento dos três dias que haviam sido inicialmente anunciados.
Nesta quarta-feira (13), em Caracas, capital da Venezuela, aconteceu na Praça Bolívar um ato de solidariedade com o povo palestino que nos últimos 37 dias vem sendo massacrado pelos ataques promovidos pelo governo de Israel na Faixa de Gaza, deixando um rastro de mais de duas mil mortes e 10 mil feridos, sendo a maioria mulheres, idosos e crianças.
O secretário-geral do Movimento de Resistência Islâmica no Líbano (Hezbolá), Seyed Hasan Nasrolá, advertiu nesta quarta-feira (13) que "não existem linhas vermelhas" na próxima guerra com o regime israelense.
Os países do GCC (Conselho de Cooperação do Golfo) condenaram os crimes de guerra e o terrorismo praticado por Israel contra o território palestino da Faixa de Gaza. Durante uma reunião na noite desta quarta-feira (13), na cidade portuária de Jidá, os representantes dos países que compõem o grupo exigiram o fim da agressão, o levantamento imediato do bloqueio promovido na região e a restauração da vida natural de seus moradores.