Partido Comunista da Jordânia acusa autoridades de repressão política
Agressão imperialista atinge hospitais em Teerã; resistência iraniana destrói radares dos EUA na Jordânia. As informações são da TV iraniana
Grupo de ativistas da Flotilha Global Sumud, que levava ajuda humanitária a Gaza, estava preso desde 1º de outubro; Itamaraty conduziu a libertação dos 13 brasileiros
Presidente norte-americano sugere que Estados Unidos assumam controle de Gaza e realoquem palestinos em países vizinhos; Egito, Jordânia e Arábia Saudita condenam a proposta
Os críticos dizem que o acordo deixa a Jordânia dependente de Israel, sem fornecer uma solução para os problemas de água do país.
Jordanianos se revoltaram quando vários pacientes de covid morreram porque o suprimento de oxigênio acabou em um hospital público.
Um resumo diário das principais notícias internacionais.
O primeiro-ministro da Jordânia, Hani Mulki, apresentou sua renúncia ao rei Abdullah depois de cinco dias de protestos contra as medidas de austeridade do governo
A capital da Jordânia, Amã, se transformou no palco dos maiores protestos dos últimos cinco anos. Motivo: uma reforma fiscal proposta pelo Governo liderado por Hani Mulki, com o apoio do Fundo Monetário Internacional, que faz parte de um pacote legislativo que impõe ao país três anos de austeridade
Os partidos comunistas árabes condenaram, nesta quinta-feira (18), uma possível intervenção militar na Síria e no Iraque, sob o pretexto de combater o terrorismo. Eles também repudiaram os massacres cometidos por grupos extremistas, em particular o Estado Islâmico (EI).
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, e o secretário de Estado, John Kerry, sustentaram uma reunião que durou quatro horas, declarou nesta quinta-feira (27) um porta-voz da delegação estadunidense, que qualificou esse encontro como construtivo.
A Liga Árabe celebrou uma sessão extraordinária nesta quarta-feira (26) para discutir a possibilidade de apresentar uma demanda contra Israel diante do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), pelos últimos ataques das tropas israelenses no recinto em que fica a Mesquita Al-Aqsa, em Jerusalém. Nesta quinta-feira (27), a Jordânia advertiu que pode rever o tratado de paz com Israel e expulsou o embaixador israelense.