A esquerda bem informada
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Tag: Lima Barreto

A Bruzundanga de Bolsonaro

É livre um povo, que em meio a uma pandemia, não tem sequer o direito à vida respeitado e garantido pelo presidente da República e seu ministério?

O Globo e o jornalismo destemido, segundo Lima Barreto

Apenas após a morte Lima Barreto foi reconhecido como um dos mais importantes literatos brasileiros, o escritor que encarnou o difícil momento de continuidade e ruptura entre um passado que morria com Machado de Assis e um futuro que pertenceria ao mundo moderno.

Lima Barreto: o escritor que não se calava

Lima Barreto foi um escritor contemporâneo do seu tempo. Não no sentido de estar de acordo com este, pelo contrário: ele foi contemporâneo pois compreendeu a realidade em que vivia, denunciou os males da sociedade brasileira no começo do século 20.

Por Alessandra Monterastelli

A voz crítica de Lima Barreto ainda ecoa na nossa República

Em novembro passado, a FLIP (Festa Literária de Paraty) anunciou o escritor carioca Lima Barreto como o homenageado da edição de 2017 do evento. A notícia chega quatro anos depois que a jornalista baiana Joselia Aguiar, atual curadora da FLIP, e a tradutora Denise Bottmann, iniciaram uma campanha pela escolha do autor de O triste fim de Policarpo Quaresma.

Tensões entre vida e obra nas biografias de Lima Barreto

A homenagem feita pela Feira Literária Internacional de Paraty (Flip) a Lima Barreto (1881-1922) vem movimentando o mercado editorial: são lançamentos e relançamentos, em edições críticas e/ou esteticamente bem trabalhadas. A variedade é considerável.

Lima Barreto, uma voz que nasceu negra na literatura

Em biografia de Lilia Schwarcz, escritor discute o racismo no Brasil recém saído da escravidão.

Por André de Oliveira, do El Pais

Lima Barreto escreveu crônica contra o feminicídio em 1915

"Não há muito tempo, em dias de carnaval, um rapaz atirou sobre a ex-noiva, lá pelas bandas do Estácio, matando-se em seguida. A moça com a bala na espinha, veio morrer, dias após, entre sofrimentos atrozes". Esse trecho é de uma crônica de 1915 escrita por Lima Barreto, o homenageado na Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) deste ano, provando que feminicídio não é um problema dos nossos tempos.