A esquerda bem informada
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Tag: literatura,

Livro questiona uso da TV pública digital

O que muda nas TVs públicas com a chegada da TV digital interativa? Que papel político devem assumir estas emissoras, para que a tecnologia facilite a que sejam menos governamentais e mais centradas no interesse coletivo, no diálogo e na inclusão? Estas são as questões que movem o jornalista Alberto Perdigão, no livro que lança este mês, em quatro cidades brasileiras: Rio de Janeiro, Brasília, Teresina e Fortaleza.

Bibliotecas Comunitárias realizam encontro

O Departamento de Ciências da Informação da UFC realiza dias 6 e 7 de dezembro o I Encontro Estadual de Bibliotecas Comunitárias, no auditório Rachel de Queiroz.

Washington Araújo: a cruzada da Veja contra Chico Buarque

E pensar que o noticiário dos jornais diários mudou completamente em 30 dias! As grandes apostas dos diários em 22/10/2010 eram feitas em cima do caso da bolinha de papel que havia "quicado" na calva de José Serra. O SBT e a Globo travavam sua disputa com os poucos elementos da verdade: foi uma bolinha inofensiva ou esta teria sido apenas o primeiro objeto arremessado contra o então candidato tucano?

Por Washington Araújo, no Observatório da Imprensa

Seara Vermelha, romance de luta e transbordante esperança

 Seara Vermelha é um dos romances mais engajados do escritor Jorge Amado e também o mais traduzido e editado no exterior, compreendendo 26 idiomas: albanês, alemão, árabe, armênio, búlgaro, chinês, eslovaco, espanhol, finlandês, francês, grego, hebráico, húngaro, italiano, japonês, lituano, moldávio, polonês, romeno, russo, sérvio, sueco, tcheco, turco, ucraniano e vietinamita. Foi também editado em Portugal, com prefácio do escritor Álvaro Salema.

Contra o preconceito: conhecimento

Quatro livros lançados recentemente destacam a importância da luta pela igualdade racial no país: da história do continente africano à vinda forçada dos negros para o Brasil, passando pela literatura e pela lei 10.639/2003, sobre ensino da história dos afro-brasileiros

Por Marcos Aurélio Ruy*

Seara Vermelha, romance de luta e transbordante esperança

 Seara Vermelha é um dos romances mais engajados do escritor Jorge Amado e também o mais traduzido e editado no exterior, compreendendo 26 idiomas: albanês, alemão, árabe, armênio, búlgaro, chinês, eslovaco, espanhol, finlandês, francês, grego, hebráico, húngaro, italiano, japonês, lituano, moldávio, polonês, romeno, russo, sérvio, sueco, tcheco, turco, ucraniano e vietinamita. Foi também editado em Portugal, com prefácio do escritor Álvaro Salema.

Alipio Freire: Rapsódia de ordem Política e Social

Na edição deste final de semana do suplemento Prosa, Poesia e Arte, o Vermelho publica uma série de poemas do escritor e jornalista baiano Alipio Freire. Os sete poemas que compõem esta edição fazem parte de um livro que será lançado no próximo ano: "Rapsódia – De Ordem Política e Social".

Embarque no bang bang literário em "Era uma vez na biblioteca"

Em uma biblioteca de tantas que há em nosso país, dois inimigos se encontram. No lugar de armas estão os livros. Embarque no bang bang literário imaginado pelo curta metragem Era uma vez na biblioteca, dirigido por Renato Scorsatto.

Camões numa barca sem leme em Que farei com este livro?

Não creio que as artes devam ter algum uso ou função, mas vejo-as dialogando com a sociedade. Não fosse assim, se não se relacionassem de alguma forma com o ser humano, não nos interessariam em nada.

Por Beatriz Helena*

A ressurreição de Machado de Assis e o garoto que veio de barca

Euclides da Cunha definiu como “tímidas” as pancadas que escutou sendo dadas na porta de entrada da vivenda de número 18, na rua Cosme Velho, no bairro do mesmo nome, no Rio de Janeiro, ao cair da noite de 28 de setembro de 1908. Abriram a porta. Surpresa! Era um garoto, um jovem que não aparentava ter 18 anos.

Por Aluízio Alves Filho, na revista Achegas

Machado de Assis traduz em conto o terror da escravidão

No dia da Consciência Negra, o Vermelho publica Pai contra mãe, um conto do nosso maior escritor sobre esta que foi uma chaga dilacerante da sociedade brasileira durante quase quatro séculos – a escravidão –, cujas sequelas se fazem sentir até os nossos dias, tanto na dura realidade em que vivem os descendentes dos escravos, como na psicologia social.

Rosa Regàs, uma ilustre escritora que o Brasil não conhece

A passagem de Rosa Regàs pelo Recife mal foi notada. A não ser por curtíssimas notas onde se anunciava uma espanhola que havia recebido certa vez um Prêmio Nadal, os repórteres locais não foram além do release do Instituto Cervantes. Pior para eles, pior para os amantes da literatura.

Por Urariano Mota*

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