O ministro da Defesa, Aldo Rebelo, disse acreditar que, após o recesso, o Congresso Nacional deve voltar “melhor do que se imaginava”, apesar de continuar instável. “O Congresso volta mais pacificado, mas isso não resolve a situação”, disse.
O general Antonio Mourão foi exonerado nesta quinta feira, 29, do Comando Militar do Sul e será substituído pelo general Edson Pujol, que foi comandante da Força de Paz da Missão das Nações Unidas pela EStabilização do Haiti (Minustah). Recentemente Moura insinuou que a presidenta Dilma teria envolvimento com corrupção e homenageou o o torturador Brilhante Ustra.
Em nova pasta, o ministro da Defesa Aldo Rebelo afirma: “Nós temos prioridades na política de Ciência e Tecnologia e nas três Forças. O Programa de Defesa Cibernética no Exército; o Programa Espacial na Aeronáutica e o Programa Nuclear na Marinha. A recuperação material e o fortalecimento da indústria de defesa também são pontos importantes”, destacou o ministro.
Em cerimônia no Clube Naval, em Brasília, nesta quinta-feira (8), foi realizada a transmissão de cargo de Jaques Wagner para Aldo Rebelo como ministro da Defesa.
O novo ministro da Defesa, Aldo Rebelo (PCdoB), que tomou posse nesta segunda-feira (5), afirmou que todo ministro que assume quer “responder à confiança recebida com trabalho”. Ele disse que seu principal objetivo à frente da pasta será “entregar o ministério em condições mais favoráveis que quando foi por mim recebido”.
Aldo Rebelo (PCdoB) foi um dos dez ministros a tomar posse nesta segunda-feira (5), após a reforma ministerial anunciada pela presidenta Dilma Rousseff na última sexta. Ele deixa o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e assume o Ministério da Defesa. A transmissão de cargo será na próxima quinta-feira (8), às 11 horas.
O ministro da Defesa, Jaques Wagner, afirmou nesta quarta-feira (30) que o Decreto nº 8.515/15 foi editado para valorizar o Ministério da Defesa e que não houve nenhuma usurpação das competências dos comandantes das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). A tese foi alardeada pela grande imprensa.
Um dos mais reconhecidos projetos sociais do Ministério da Defesa (MD), com 10 anos de atuação, o Projeto Rondon, irá passar por uma reestruturação. Para conduzir o processo, o Comitê de Orientação e Supervisão (COS) reuniu-se, em agosto, com integrantes de ministérios e Secretaria-Geral da Presidência da República, da Secretaria de Direitos Humanos, do Conselho de Reitores (CRUB) e da União Nacional dos Estudantes (UNE), a fim de definir as diretrizes de ações para do projeto.
O Orçamento da União de 2015 prevê para as áreas de defesa recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Até o fim deste ano, serão destinados R$ 5,4 bilhões para a aquisição de nove helicópteros franceses de médio porte, a compra de veículos blindados Guarani e o desenvolvimento da aeronave de transporte militar KC-X pela Embraer em parceria com o Ministério da Defesa.
Complexo de defesa e segurança movimentou R$ 202 bilhões no ano passado, equivalentes a 3,7% do PIB, desenvolve alta tecnologia em um conjunto significativo de empresas e poderia aumentar a parcela das exportações do país com elevado valor agregado. Apesar de o crescimento acumulado de 12,9% entre 2009 e 2014 ser inferior ao do PIB no mesmo período, de 17%, o setor investiu em média perto de 25% do Orçamento, acima da taxa de 19,7% no ano passado, medida pela formação bruta de capital fixo.
“O Ministério da Defesa tem um papel fundamental na consolidação da democracia brasileira já que coloca sob a responsabilidade civil a coordenação das Forças Armadas”, afirmou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, por ocasião do Dia da Independência do Brasil, 7 de setembro, destacando que a criação do ministério é parte do processo de fortalecimento democrático e de respeito às regras constitucionais. “É como tem que ser na democracia”, frisou.