A esquerda bem informada
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Tag: música,

Meia-noite no Planeta Quarentena: Dylan ataca de novo

Como um tiro ricochetando nas Portas do Céu, Bob Dylan acaba de lançar uma obra-prima que disseca o assassinato de JFK

Ditadura obrigou Geraldo Azevedo a cantar nu e encapuzado

Prisões do cantor e compositor pernambucano ocorreram em 1969 e 1975. “Durante muito tempo, tive vergonha disso – é muito humilhante”, conta o artista.

As músicas de John Lennon e Tom Jobim fazem a vida valer a pena

Tristemente o dia 8 de dezembro uniu o músico Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, o nosso Tom com o inglês John Winston Ono Lennon, o mais irreverente do Beatles. Coincidentemente esse dia foi fatal para os dois dos maiores artistas de todos os tempos.

Por Marcos Aurélio Ruy*

6 razões pelas quais Woodstock ainda mantém seu fascínio

Woodstock. Quando a palavra é pronunciada, normalmente o que vem à mente é o festival de música que se tornou um dos momentos mais emblemáticos da cultura contemporânea, e não a pequena cidade de mesmo nome, localizada a 171 quilômetros ao norte de Nova York (EUA). Realizado entre 15 e 18 de agosto de 1969 em uma fazenda de gado leiteiro, o evento ainda alimenta debates acalorados sobre seu lugar na história nos EUA e no mundo.

Há 50 anos começava o Woodstock

Nesse mesmo dia, em 15 de agosto de 1969, portanto, há 50 anos, iniciava o Woodstock. O cartaz do evento o anunciava como sendo um evento de música e feira de arte (uma exposição aquariana), que iria ocorrer nos arredores de Nova York.

Por Odair Freitas*

Então foi você, Moracy do Val?

"O magnetismo estético do Secos & Molhados era tamanho, que mesmo morando no interior e não possuindo aparelho de som em casa, tínhamos os álbuns e nos reuníamos em saraus para ouvir juntos, como fazíamos com discos do Pink Floyd, Raul Seixas e Zé Ramalho, entre outros".

Por Flávio Paiva*

Lucas Estanislau: O adeus de Joan Baez 

Passear pela discografia de Joan Baez é se deparar com diversos momentos da história dos Estados Unidos e do mundo. A grande depressão, o movimento sindical, a guerra do Vietnã e a luta pelos direitos civis são alguns temas eternizados em canções da cantora e compositora norte-americana. Entretanto, para os fãs que ainda não tiveram a oportunidade de ouvi-la cantar ao vivo, restarão os mais de 30 discos gravados.

Por Lucas Estanislau

Maria Bethânia: “Palco é um palanque como outro qualquer, uma tribuna”

A primeira música que Maria Bethânia interpreta no show Claros Breus – que tem apresentações nesta sexta (2) e neste sábado (3) no Credicard Hall, em São Paulo – é Pronta pra Cantar. Escrita por Caetano Veloso, tem um título autoexplicativo. A última, já no bis, é Encanteria, de Paulo César Pinheiro, dos versos “moço, apague essa candeia/ deixa tudo aqui no breu/ quero nada que clareia/ quem clareia aqui sou eu”.

Por Luiz Fernando Vianna

Do MP3 ao streaming: a revolução que popularizou o acesso à música 

Se você tem ao menos 30 e poucos anos e já tinha contato com a internet na transição do século 20 para o 21, certamente há de se lembrar do que significou o surgimento do MP3, do Napster e dos tocadores digitais de música. Por outro lado, se você é mais jovem e faz uso frequente de meios como o YouTube ou Spotify, talvez já tenha se perguntado como as pessoas mais velhas poderiam viver sem acesso ao conteúdo musical infinito oferecido por essas ferramentas.

Por Fernando Damasceno

Com Chico e Bethânia, Leci Brandão puxa enredo político para Mangueira

Cantora e compositora carioca que festejará 75 anos de vida ativista em setembro, a cidadã brasileira Leci Brandão da Silva encarna a mais perfeita tradução política do enredo da Mangueira na presente edição do show idealizado para arrecadar fundos para ajudar a escola verde-e-rosa a pôr o Carnaval na avenida neste ano de 2019.

Por Mauro Ferreira, em seu blog no G1

Frevo chega aos 112 anos com celebração nas ruas do Recife e de Olinda

Patrimônio Imaterial da Humanidade, o frevo reinou no Recife e em Olinda neste sábado (9) em que comemorou 112 anos. Blocos, agremiações e orquestras arrastaram foliões em vários pontos. O ritmo pernambucano por excelência predominou.

Caetano, Gil e as lágrimas de Luiz Gonzaga

O Rei do Baião teve seu auge de popularidade ao longo das décadas de 40 e 50. Gonzagão entrou nos 1960’s com um tipo de fama mais concentrada no Nordeste e em alguns bairros nordestinos de São Paulo e Rio de Janeiro. A imprensa, que antes o reverenciava, simplesmente deixou de citá-lo e de entrevistá-lo – por conseguinte, a classe média também se esqueceu do cantador.

Por Fernando Damasceno*

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