A Organização Internacional do Trabalho destacou o Brasil como exemplo de proteção dos salários e do emprego, mesmo diante da crise econômica mundial.
Vinte e cinco países da América Latina e do Caribe, incluindo o Brasil, assinaram na última terça-feira (14) um documento em que se comprometem a lutar contra o trabalho infantil e a erradicá-lo até 2020, informou a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A 18ª reunião regional americana da Organização Internacional do Trabalho (OIT) entra em sua terceira jornada, com a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) como importante protagonista de suas deliberações, que giram em torno dos direitos trabalhistas.
O Relatório Global sobre os Salários 2012/13, da Organização Mundial do Trabalho (OIT), informa que a média anual de crescimento do salário real no Brasil superou a média mundial entre 2009 e 2011.
Os países da América Latina e do Caribe "conseguiram avanços importantes na luta contra o trabalho infantil", mas ainda devem redobrar seus esforços para erradicar essa prática que afeta 12,5 milhões de crianças na região, afirmou na última quarta-feira (11) a diretora regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Elizabeth Tinoco.
A 103ª conferência da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ocorre no Palácio das Nações em Genebra, na Suíça, desde o dia 28 de maio e deve se estender até o próximo 12 de junho. O evento conta com a participação de sindicalistas e representantes de governos para debater problemas trabalhistas. Em nome da CTB, o secretário adjunto de Relações Internacionais da Central, José Adilson está prestigiando o evento.
O proprietário de imóvel urbano ou rural que explorar trabalho de empregado sem o devido pagamento de salário estará sujeito a ter seu imóvel expropriado. Esse mandamento constitucional passa a valer no Brasil com a Emenda Constitucional 81, promulgada no início da tarde desta quinta-feira (5) pelo Congresso Nacional.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) inicia a 103º sessão da sua Conferência nesta quarta-feira (28), em Genebra, na Suíça. A sessão dura até 12 de junho e deve tratar de temas variados, como os relatórios da diretoria e da presidência, o programa e orçamento da organização, informes sobre a aplicação das convenções e a discussão sobre os esforços de transição de economias informais para formais e sobre a suplementação da Convenção sobre o Trabalho Forçado, de 1930.
Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal), publicado nesta quinta-feira (22), assinala que o cenário econômico de 2014, com um crescimento estimado em 2,9%, é pouco favorável para o mercado trabalhista na América Latina. Por isso, as entidade assinalaram a necessidade de avançar na geração de emprego de qualidade e fomentar a inserção no trabalho produtivo dos jovens.
“Nós colocamos no centro da Copa do Mundo a questão do trabalho decente.” A afirmação foi feita pela presidenta Dilma Rousseff, ao participar de cerimônia no Palácio do Planalto, na última quinta-feira (15), que ratificou o compromisso com as confederações de empregadores e as centrais sindicais para a melhoria das condições de trabalho durante a Copa.
Uma equipe de especialistas da Organização Internacional do Trabalho (OIT) se reuniu na tarde desta quinta-feira (13/02), com representantes do Governo da Bahia envolvidos com o tema trabalho doméstico para compreender opiniões e experiências a respeito do assunto, um dos nove eixos de atuação priorizados pela Agenda Bahia do Trabalho Decente.
O relatório Tendências Mundiais de Emprego 2014 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta segunda-feira (20) aponta que a taxa de desemprego na América Latina e no Caribe, em 2013, alcançou 6,5%, pouco acima da taxa geral de 6%.