País deixa de fazer parte do grupo no dia 1º de maio. Decisão pode enfraquecer poderoso cartel de petróleo, reduzindo seu poder de influenciar os preços globais
Especialista aponta que disputa por reservas e fluxos energéticos atinge Ásia e Europa, amplia risco de ruptura no abastecimento e revela limites da soberania brasileira
Convite foi feito pela Opep+ e interessa o Itamaraty pela proximidade com o grupo de países que determina o setor petroleiro da economia mundial
A nova crise tem caráter preventivo. O corte, feito em conjunto com países membros da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e também com não membros (Opep+), valerá de maio até o final de 2023.
Ambas partes suspenderam compromisso em 2018 no governo Trump e agora podem retomar negociações.
O setor petrolífero sofre os efeitos de uma série de mudanças, em especial da superação inexorável da hegemonia do combustível fóssil na matriz energética mundial.
Milhões de pessoas precisam de uma mudança de sistema. Mas nos falta construir uma estratégia local e internacional para enfrentar o capital transnacional. Nos falta muita elaboração teórica, coordenação e capacidade tática para resistir e avançar.
A informação foi divulgada pela agência de notícias iraniana Nour. Pelo menos um navio petroleiro carregando combustível foi abastecido no Irã e zarpou para Venezuela
Para complicar ainda mais o quadro, os bancos já começam a recusar crédito para operadores dos mercados de petróleo.
Pandemia de Covid-19 levou a queda no consumo e excesso de oferta. Enquanto Jair Bolsonaro prega reabertura de comércio para “recuperar” economia, cenário global mostra-se bem mais complexo.
O mundo sob o olhar da cientista política e analista internacional Ana Prestes tem como foco principal a pandemia de coronavírus e seus desdobramentos, mas outro tema que tem destaque é o acordo na OPEP sobre a produção de petróleo.
Um resumo das principais notícias internacionais do dia.