Nada mais ilustrativo da total ausência de projetos, propostas e alternativas por parte da oposição do que o clima com feições udenistas que se tenta criar com o beneplácito e a estridência de setores da grande mídia.
Por José Dirceu, no Blog do Noblat
Subitamente, setores da sociedade brasileira querem que o povo saia às ruas. É preciso qualificar esses “setores da sociedade brasileira”. São aqueles que foram apeados do poder político no início dos anos 2000 e que tiveram sua agenda política e econômica dilacerada pela realidade.
Por Marco Aurélio Weissheimer, em Carta Maior
O primeiro-ministro egípcio Essam Charaf foi hospitalizado na noite desta segunda-feira devido a estresse e, com isso, adiou mais uma vez a reformulação do governo para poder descansar. O anúncio foi feito nesta terça-feira (19) pela agência oficial Mena.
Senadores da base de apoio do governo rejeitaram na manhã desta terça-feira (12), na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, três requerimentos apresentados pela oposição convocando autoridades do governo para falarem sobre o falso dossiê sobre o então candidato tucano à prefeitura de São Paulo José Serra. Outra tentativa nesse sentido foi frustrada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) pelo adiamento para agosto da votação dos mesmos requerimentos.
A presidenta Dilma está numa fase difícil de seu governo, mas que dizer da oposição? Do PV, como alternativa de poder, já não se fala. Restou a oposição tradicional, o PSDB, mas sem rumo.
Por Renato Janine Ribeiro, no Valor Econômico
As críticas feitas pela oposição aos governos Lula e Dilma são reflexos da falta de um projeto alternativo de gestão, afirmou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, em artigo publicado pela Revista Interesse Nacional, na edição deste mês. O texto é uma resposta ao artigo “O Papel da Oposição”, escrito pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na edição de abril da revista.
Com a morte do senador e ex-presidente da República Itamar Franco (PPS), a oposição no Senado sofreu mais uma baixa. O desfalque ocorreu dois dias depois de a direita perder outro representante, a tucana Marisa Serrano, que havia renunciado ao cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso do Sul.
Essa semana, após manobras regimentais da oposição que levaram à perda de vigência de duas Medidas Provisórias, o líder do PT e do Bloco de Apoio, Humberto Costa (PE), acusou os senadores oposicionistas de não cumprir o acordo firmado que garantiria a votação das MPs. E avisou que a base governista deve adotar postura mais dura em relação à oposição. "Se é paz, é paz. Mas, se querem guerra, terão guerra", afirmou.
Ao falar aos senadores da Comissão de Educação, nesta terça-feira (31), o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o livro utilizado na Educação de Jovens e Adultos (EJA), não ensina a falar ou a escrever errado, conforme dizem críticos do material. “O livro parte de uma realidade comum ao aluno e traz o estudante para a norma culta”, disse. Ele também falou sobre o kit anti-homofobia, anunciando que será refeito.
Considerado o todo-poderoso ministro do governo Dilma, Antonio Palocci (Casa Civil) está na mira da grande mídia e da oposição. Cinco dias depois da divulgação, pela Folha de S. Paulo, de que seu patrimônio cresceu 20 vezes em quatro anos, o chefe da Casa Civil continua nas manchetes dos jornalões.
Por André Cintra
Conversando com algumas pessoas próximas, ouço que uma severa crise econômica ronda o país. Investigo a fonte desse alarmismo e descubro, com certa surpresa, que são a CBN e os jornais televisivos, em especial o da Cultura.
Por Guilherme Scalzilli, em seu blog
A oposição usou a urgência da votação do Código Florestal. Depois alegou que a MP das novas regras para licitação das obras da Copa estava irregular. E, por fim, insistia em convocar o ministro da Casa, Civil, Antônio Palocci, para explicar a origem dos seus rendimentos. Tudo para impedir a votação das Medidas Provisórias que trancam a pauta de votações da Câmara. Os governistas venceram a disputa, rejeitaram o requerimento da oposição convocando o ministro Palocci e iniciaram as votações.