As questões sociais dos países árabes como Tunísia, Egito, Síria, Emirados Árabes, Iraque, Argélia, Marrocos e Palestina serão discutidas 6ª Mostra Internacional Mundo Árabe de Cinema em São Paulo. Com temáticas relacionadas à pobreza, prostituição e preconceito contra a homossexualidade, 15 filmes serão exibidos entre os dias 15 e 29 de junho.
O governo do Brasil vai integrar os esforços internacionais para buscar soluções práticas e pacíficas para encerrar a crise no Oriente Médio e no Norte da África. A ajuda brasileira se concentra na cooperação, por meio de programas agrícolas e de transferência de renda, para a autonomia de países como a Líbia, o Egito e a Tunísia. A proposta brasileira ganhou apoio dos Estados Unidos, da Jordânia, da Turquia, de Mônaco, do Líbano, da Argélia e da Hungria.
Depois de anunciar uma anistia a prisioneiros sírios, o governo local anunciou nesta terça-feira (31) que criará uma comissão de "diálogo nacional", em uma tentativa de reduzir a tensão que o país atravessa.
O líder do Partido de Deus do Líbiano (Hezbolá), Hassan Nasrallah, afirmou nesta quarta-feira (25) que o presidente americano Barack Obama e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu deram "o golpe de misericórdia" no plano de paz para a região elaborado em 2002 pela Arábia Saudita.
A frase “As fronteiras de Israel e da Palestina deveriam ser estabelecidas sobre as linhas de 1967 com intercâmbios aceitos por ambos Estados” foi uma das mais comentadas do último discurso do presidente norte-americano Barack Obama sobre Oriente Médio e Norte da África.
Por Pierre Klochendler, na agência IPS
OK, então lá vai o que o presidente Barack Obama deveria dizer em discurso sobre o Oriente Médio: Vamos sair amanhã do Afeganistão. Vamos sair amanhã do Iraque. Vamos parar de dar apoio covarde incondicional a Israel. Os EUA forçarão os israelenses a pôr fim ao sítio de Gaza. Suspenderemos todos os fundos que Israel espera receber, até que acabe, completamente, sem condições, a construção de colônias em terras roubadas aos árabes que nunca pertenceram a Israel.
Robert Fisk, no The Independent
"Os palestinos não têm nenhuma ilusão de que os israelenses se retirariam para a fronteira original de 1967. Qualquer palestino que declare isso como ponto de partida está fechando as portas para negociar. Isso vale tanto quanto a posição do Hamas de eliminar o Estado israelense."
O discurso do presidente dos Estados Unidos Barack Obama "não leva a lado nenhum", disse nesta sexta-feira (20) Nabil Chaath, membro da equipe de negociações palestina.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, reagiu com irritação ao discurso pronunciado na última quinta-feira (19) pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. No pronunciamento, o americano destacou que um futuro estado palestiniano deveria respeitar as fronteiras prévias à guerra de 1967.
O ministro das Relações Exteriores egípcio, Nabil el Arabi, foi eleito neste domingo (15) sucessor de Amre Moussa como secretário-geral da Liga Árabe, em uma sessão extraordinária realizada no Cairo e transmitida pela televisão estatal.
O enviado especial da Casa Branca para o Oriente Médio, George Mitchell, anunciou na sexta-feira (13) sua renúncia ao cargo. Numa breve carta de renúncia, Mitchell disse que já ultrapassou o prazo de dois anos em que pretendia ficar no cargo, e que por isso deixará a função a partir da próxima sexta-feira.
Se a Al-Qaeda, como muitos estudos indicam, não constitui uma organização extensa e nem mesmo possui vínculos diretos com grupos islâmicos ao redor do mundo; se a Al-Qaeda, ao que tudo indica, está mesmo enfraquecida, por que a morte de Bin Laden ainda reverbera, fazendo com que grupos, como o Talibã, possuam ainda mais motivações em sua luta? O caso do Talibã é fundamental para compreendermos isto.
Por Reginaldo Nasser e Marina Mattar Nasser, em Carta Maior