No atual contexto de crise estrutural do capitalismo, entre os principais reflexos das tensões escaladas por um modelo que se debate para sobreviver estão o ataque aos direitos dos trabalhadores e a investida na guerra. Assim, o Oriente Médio, que foi palco do colonialismo mais tardio do século 20 e é fonte de recursos energéticos essenciais para o corrente modelo de produção, volta a fervilhar com a guerra imperialista.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
Numa recente entrevista ao Huffington Post, o ex-chefe das Forças Armadas britânicas, o general Sir David Richards, disse que se as Forças Armadas dos países ocidentais começarem uma operação terrestre contra o Estado Islâmico, acabarão com ele em meio ano.
Por Vadim Fersovich
O Movimento de Resistência Islâmica no Líbano (Hezbollah) disse que a vitória de segunda-feira (20) sobre o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) foi uma "oportunidade de ouro" para frustrar os planos do grupo para o Oriente Médio.
O Conselho de Segurança da ONU, faz um debate aberto, nesta terça-feira (21), sobre a situação no Oriente Médio, especialmente as questões que envolvem o conflito entre Israel e Palestina. A reconstrução da Faixa de Gaza e a urgência em retomar as negociações de paz estão entre os temas mencionados por alguns dos diplomatas que participarão do evento, o primeiro de três planejados.
O Instituto de Estudos Geopolíticos do Oriente Médio acaba de ser fundado, em São Paulo, com o intuito de agrupar formadores de opinião, pensadores e estudiosos do Oriente Médio no sentido de promover pesquisas e refletir visões alternativas às já predominantes nos meios de comunicação. Segundo o gestor do projeto, Dr. Assad Frangieh, o instituto tem como objetivo “incrementar o conhecimento e ampliar o horizonte das questões geopolíticas” da macrorregião.
Por Moara Crivelente*, para o Vermelho
O site de notícias estadunidense Information Clearing House publicou esta semana a tradução do discurso do chanceler russo Serguei Lavrov na Assembleia Geral da ONU, em que condena as interferências cometidas pelos Estados Unidos no Oriente Médio e o surgimento de outras forças geopolíticas no mundo que contestam o imperialismo americano.
Nada como um dia após o outro. O representante da ONU para a Síria, Stefan Di Mistura, elogiou a postura do Hezbolá (um dos partidos mais poderosos do Oriente Médio) de combater os grupos takfiris (ISIS, Al-Qaida etc) e proteger os cristãos do Oriente Médio da violência desses grupos.
Por Anwar Assi*
O Líbano apresentou nesta quinta-feira (16) ao Conselho de Segurança da ONU uma queixa contra Israel pelo recente ataque na região fronteiriça de Seddaneh, que causou ferimentos a um soldado, segundo informações divulgadas pela chancelaria do país.
Quando no passado fim-de-semana se assinalava o Dia Internacional da Paz, caças franceses bombardeavam território iraquiano dando seguimento à ofensiva militar anunciada pelos EUA para alegadamente combater o chamado “Estado Islâmico”.
Por Ângelo Alves* no jornal “Avante!”
Os EUA empreenderam ataques aéreos contra as posições militares do Estado Islâmico (EI) na Síria, ignorando a opinião das autoridades sírias. Na ótica de especialistas, o caráter controverso e a falta de sagacidade estratégica põe em jogo o êxito dessa campanha militar.
Por Serguei Duz
A China insiste em que é necessário considerar e respeitar a soberania dos países em qualquer ação e medida antiterrorista
Realizou-se nesta segunda-feira (15), em Paris, a conferência internacional em que se adotou um acordo genérico para combater o chamado Estado Islâmico (EI), milícia terrorista que ocupa cidades no norte do Iraque e da Síria. Participaram representantes de 26 países, da Organização das Nações Unidas (ONU), da União Europeia e da Liga Árabe.