Representantes do Movimento Nacional Fé e Política aprovaram, neste fim de semana, um documento condenando energicamente o golpe de Estado em curso no Brasil. O movimento reuniu centenas de militantes de movimentos sociais, de pastorais, sociólogos, cientistas polítcos, sindicalistas e teólogos, em Campina Grande, entre 22 e 24 de abril.
As chamadas “pedaladas fiscais” – principal argumento do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff – não são crime de responsabilidade nem desvio de dinheiro público e foram praticadas por Itamar, FHC e Lula. As afirmações são do deputado federal Helder Salomão (PT). Para ele, o TCU, que nunca havia reprovado contas por causa da prática contábil, mudou seu entendimento agora apenas pelo ambiente político conturbado e pela baixa popularidade da presidenta.
A Câmara, o Senado e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) unem-se para incentivar a participação das mulheres na política. A ideia é lançar campanhas em rede nacional de rádio e TV para estimular a participação feminina nas eleições municipais de outubro. O lançamento da campanha será no próximo dia 31 no Congresso Nacional.
Em entrevista exclusiva ao 247, o governador do Maranhão, Flávio Dino, que é um dos quadros políticos mais lúcidos do País, faz ponderações que merecem a reflexão urgente da classe política e de toda a sociedade. Ele afirma que o ambiente de ódio fez com que o gênio do fascismo saísse da garrafa, “e agora não conseguem colocá-lo de volta.”
Definitivamente, se as mulheres não tiverem como pauta prioritária a ocupação de espaços políticos, estaremos fadadas ao obscurantismo. Só assim nós mulheres seremos vistas também como uma força política.
Por Angela Albino*
Entender as crises atuais, em particular a política, que guarda semelhanças históricas com os eventos de 1954 e 1964 e o papel dos atores sociais que mais podem ser prejudicados se houver retrocessos no País é fundamental para o debate e a ação políticas.
Por Marcos Verlaine*
O IBGE divulgou que o PIB brasileiro teve retração de 3,8% em 2015, pior resultado desde o recuo de 4,3% em 1990. Para o economista Guilherme Delgado, não há como dissociar a atual situação da economia brasileira da crise política interna.
Por Joana Rozowykwiat
Para ficar apenas no campo econômico, a agenda em curso é a da oposição, só que em níveis mais brandos. Se Aécio fosse eleito presidente em 2014 não ficaria pedra sobre pedra. Basta lembrar que seu ministro da Fazenda seria Armínio Fraga, que foi ministro de FHC, que entre outras propostas disse que acabaria com a atual política do salário mínimo, tão cara ao movimento sindical.
Por Marcos Verlaine*
De acordo com o cientista político Armando Boito, a crise política brasileira se origina da ofensiva do campo neoliberal ortodoxo contra os governos neodesenvolvimentistas do PT. A investida da direita, que serve ao capital internacional, busca reimplantar o programa que vigorou na década de 90. Tal processo político, avalia ele, reflete um conflito distributivo – de apropriação da riqueza -, que opõe classes e frações de classes no Brasil.
Quem seria quem na escola, se a gente traçar um perfil de nossos personagens políticos?
Marina Silva, seria aquela aluna quietinha, que fica calada durante as aulas, faz os deveres de casa direitinho mas quando chega no momento da prova fica na dúvida na hora de dar as respostas e acaba se confundindo toda.
Por Tico Santa Cruz*
A capacidade de manipulação dos ricos e poderosos é imensa. Contam, para isso, não só com seus enormes recursos financeiros como ,com o fundamental apoio da chamada grande imprensa, que, como é natural, é comandada por ricos e poderosos. Ou seja, estão todos no mesmo barco.
Por Hélio Doyle*
Ciro Gomes sempre com sua lucidez consegue enxergar a política muito mais profundamente e apontar caminhos e soluções.