A esquerda bem informada
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Tag: Proclamação da República

República começou com golpe e presidente marechal

Em 15 de novembro de 1889 o Brasil deixava de ser comandado por imperador, mas a população continuou longe do poder.

Por Elis Almeida, do Brasil de Fato

Vanessa Grazziotin: Governo dificulta ação contra Estado mínimo

Em artigo publicado na Folha de S. Paulo, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) resgata a frase do abolicionista republicano Aristides da Silveira Lobo, após a proclamação da República, celebrada nesta quarta-feira (15): "O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada".

Flávio Dino: A política na República

A grave crise política por que passa o Brasil evidencia a persistência de práticas abusivas que maculam o fazer político no país. De outra face, numa perspectiva positiva, a mesma crise demonstra a importância do bom funcionamento das instituições que representam o controle recíproco entre os três Poderes.

Por Flávio Dino*

Aldo Rebelo: O 123.º aniversário da República

Em 18 de novembro de 1889, o jornal Diário Popular, hoje Diário de São Paulo, publicou a célebre correspondência em que Aristides Lobo comentava a proclamação da República: “O povo assistiu àquilo tudo bestializado…"

Por Aldo Rebelo, ministro do Esporte

 Congresso comemora Proclamação da República com teatro vivo

Em homenagem à Proclamação da República, o Senado promove, dos dias 15 a 18 de novembro, a segunda edição do Projeto Visite Encena. O evento consiste em visitas guiadas, nos principais espaços do Palácio do Congresso Nacional, por atores caracterizados como personagens históricos contando fatos relevantes sobre a história da República no Brasil e a atuação do Congresso Nacional no processo de criação e consolidação republicana, enquanto acompanham os visitantes. 

A proclamação da Répública

Por Augusto Buonicore *

Na luta pela substituição da monarquia pela República também se chocaram duas estratégias distintas. Uma defendia que essa mudança deveria se dar dentro da ordem, sem grande mobilização popular, outra advogava a derrubada revolucionária da monarquia.