Depois de três meses de paralisação, os professores da rede pública estadual de São Paulo decidiram na tarde desta sexta-feira (12), em assembleia realizada no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), suspender a greve que teve início no dia 13 de março.
A greve dos professores da rede pública estadual de São Paulo, decretada no dia 13 de março, já dura 92 dias e é a maior da história do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado (Apeoesp), que representa mais de 180 mil profissionais e é considerado o maior da categoria na América Latina. Antes dessa, a maior greve havia durado 80 dias, em 1989, segundo o próprio sindicato.
Padecendo em crise política e econômica, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), diz que o PT está "armando uma trama meticulosamente planejada" para desgastar o PSDB em nível nacional. "Existe uma trama planejada meticulosamente para desviar o foco dos escândalos nacionais", disse o tucano em entrevista à 'TV Folha' nesta quarta-feira (3).
Os professores da rede estadual paulista decidiram continuar a greve iniciada em 13 de março. Em assembleia realizada nesta sexta-feira (29), milhares de trabalhadores ligados à Apeoesp – sindicato da categoria – decidiram pela manutenção do movimento enquanto aguardam o julgamento do dissídio coletivo pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Apeoesp espera que o dissídio seja julgado em 10 de junho, data da próxima reunião do colegiado.
Os professores da rede estadual paulista decidiram continuar a greve iniciada em 13 de março. Em assembleia realizada nesta sexta-feira (29), milhares de trabalhadores ligados à Apeoesp – sindicato da categoria – decidiram pela manutenção do movimento enquanto aguardam o julgamento do dissídio coletivo pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Apeoesp espera que o dissídio seja julgado em 10 de junho, data da próxima reunião do colegiado.
Os professores da rede estadual paulista decidiram continuar a greve iniciada em 13 de março. Em assembleia realizada nesta sexta-feira (29), milhares de trabalhadores ligados à Apeoesp – sindicato da categoria – decidiram pela manutenção do movimento enquanto aguardam o julgamento do dissídio coletivo pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Apeoesp espera que o dissídio seja julgado em 10 de junho, data da próxima reunião do colegiado.
Os professores da rede estadual paulista decidiram continuar a greve iniciada em 13 de março. Em assembleia realizada nesta sexta-feira (29), milhares de trabalhadores ligados à Apeoesp – sindicato da categoria – decidiram pela manutenção do movimento enquanto aguardam o julgamento do dissídio coletivo pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). A Apeoesp espera que o dissídio seja julgado em 10 de junho, data da próxima reunião do colegiado.
O Dia Nacional de Paralisação será nesta sexta-feira (29/05), organizado por diversas entidades em defesa da democracia, dos direitos sociais e contra as terceirizações.
O deputado estadual Carlos Felipe (PCdoB) elogiou, durante o primeiro expediente da sessão plenária da última quarta-feira (27/05), a iniciativa do Governo do Estado em abrir diálogo com o sindicato que representa os professores da rede pública para ouvir as reivindicações da categoria.
A Comissão Coordenadora de Concurso Docente (CCCD), da Fundação Universidade Estadual do Ceará (FUNECE), informa que circulou, na última terça-feira (12/05), o Diário Oficial do Estado nº 084 com a publicação dos Editais para Concurso Público para Professor Efetivo da FUNECE.
Depois de dois meses em greve, os professores da rede estadual de ensino de São Paulo finalmente conseguiram avançar na negociação com o Governo. Os grevistas foram recebidos, na manhã desta quarta-feira (13) pelo secretário de Educação, Herman Jacobus Cornelis Woorwald, e a negociação avançou.
Mesmo com a intensa mobilização dos servidores públicos do Paraná, o governo de Beto Richa (PSDB) não apresentou uma proposta de reajuste salarial na reunião que ocorreu na tarde desta terça-feira (12), no Palácio das Araucárias, sede do governo, em Curitiba. Com a falta de acordo, representantes dos trabalhadores ameaçam entrar em greve.