Em nota divulgada nesta quarta-feira (20), a Executiva Estadual do PSOL do Rio de Janeiro declara seu total apoio ao deputado Jean Wyllys, em função do episódio envolvendo o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) que, como de costume, ofendeu e agrediu o parlamentar do PSOL na sessão do último domingo (17), que votou o processo do impeachment.
O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ) criticou duramente processo de pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff e afirmou que, se o processo eleitoral que conferiu o seu mandato tem que ser respeitado, o da presidente Dilma também deve ser respeitado.
Os deputados federais Luiza Erundina e Ivan Valente, ambos do Psol, publicaram artigo em que denunciam o golpe contra o mandato da presidenta Dilma Rousseff e alerta sobre os riscos para o país de um eventual governo de Michel Temer.
O atual presidente da OAB, Claudio Lamachia, foi entrevistado pelos maiores jornais do país defendendo o impeachment da Dilma. Quando perguntado sobre os crimes de Dilma, ele cita "um conjunto de circunstâncias", entre os quais são citados: interferência no judiciário, nomeação de Lula para o governo, pedaladas fiscais, renúncia fiscal concedida à FIFA. Ou seja, é tudo e nada.
Por Ivan Valente*, nas redes sociais
O deputado Jean Wyllys (Psol-RJ) criticou nesta terça-feira (2) a postura dos parlamentares da oposição durante a leitura da mensagem do Executivo feita pela presidenta Dilma Rousseff no Congresso Nacional, na abertura dos trabalhos do Legislativo.
Parlamentares do Psol, PCdoB, PT, Rede, PSB e PPS protocolaram nesta terça-feira (15) uma carta aberta aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, seja imediatamente afastado do cargo.
Ampliar o nível de politização de uma sociedade que reivindica mais participação, ao mesmo tempo em que carece de canais de diálogo e reflexão. Este é o objetivo dos “Seminários para o avanço social”, que o Fórum 21 promove, de 9 a 13 de novembro, sempre das 9 às 12 horas, na sede da Assembleia Legislativa de São Paulo, com o apoio das lideranças das bancadas do PT, PCdoB e Psol.
Os problemas que o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), omite em sua avaliação sobre o primeiro semestre dos trabalhos legislativos na Câmara, foram apontados por um grupo de parlamentares capitaneados pelos deputados federais do PSol, nesta quinta-feira (16).
O Psol expulsou dos seus quadros o deputado federal Cabo Daciolo (RJ) pelas atitudes que o parlamentar vinha tomando no exercício do seu mandato. A expulsão ocorreu na noite de sábado (16), pelo Diretório Nacional do partido, que se reuniu em Brasília durante este fim de semana. Votaram pela expulsão do deputado Cabo Daciolo 54 integrantes do diretório. Apenas um integrante votou a favor da permanência dele nos quadros do partido.
A candidata à presidência em 2014 pelo PSol e uma das fundadoras do partido, Luciana Genro, defende que os mais ricos e a grande mídia iniciaram um movimento para “sangrar” o PT e para “derrotar” qualquer projeto político de esquerda que se apresente no país.
Faltando 9 dias para a eleição do presidente da Câmara dos Deputados, o Psol lançou nesta sexta-feira (23) a candidatura de Chico Alencar, do Rio de Janeiro, para disputar o cargo com Arlindo Chinaglia (PT-SP), Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Júlio Delgado (PSB-MG).
Uma frente ampla, formada por quatro partidos (PCdoB, PT, Psol e PSB), entrou com uma representação no Conselho de Ética da Câmara contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que vem praticando no Congresso incitação ao ódio, ao racismo e à homofobia. Na última terça-feira (9), o deputado agrediu a deputada Maria do Rosário (PT-RS). O documento solicita que ao final do processo disciplinar, “tendo em vista a gravidade dos fatos e crimes praticados, que seja aplicada a pena de perda de mandato”.