A crise econômica que o país vem atravessando desde 2014/2015 talvez seja a mais grave e resiliente de nossa história. A cada nova rodada de pesquisas sobre desemprego e índices de atividade econômica, fica corroborado cientificamente aquilo que todos os brasileiros sabemos empiricamente: está longe a tão sonhada – e prometida – volta do crescimento.
*Por Orlando Silva
A reforma da Previdência proposta pelo governo Jair Bolsonaro vai aprofundar ainda mais a retirada de direitos dos trabalhadores iniciada ano passado com a aprovação da reforma trabalhista patrocinada pelo então governo de Michel Temer. Nessa série de três vídeos publicados abaixo, o vice-prefeito do Recife e dirigente estadual e nacional do PCdoB, Luciano Siqueira, entrevista o deputado federal Renildo Calheiros (PCdoB/PE) sobre a reforma previdenciária.
A reforma da Previdência defendida por Jair Bolsonaro e seu superministro da Economia, Paulo Guedes, com amplo apoio da mídia monopolista, é um prato cheio para o rentismo. Na prática, porém, além de conservar privilégios, representa o desmonte da Seguridade Social e a destruição da aposentadoria para a absoluta maioria da população.
O governador de Pernambuco e vice-presidente nacional do PSB, Paulo Câmara, afirmou que a reforma da Previdência “aponta para o aprofundamento das desigualdades sociais”.
O debate sobre o sistema previdenciário brasileiro, mesmo tendo despertado a atenção de toda a Nação, devido à importância do tema, ainda assim deixou de fora aspectos reveladores da magnitude de uma estrutura que precisa ser cada vez mais aperfeiçoada, em benefício de toda a sociedade brasileira.
Por Álvaro Sólon de França*
A história nos ensina que a transição da servidão para a cidadania acarreta, entre inúmeras consequências, a prerrogativa do povo de ter ciência, fiscalizar, sugerir e criticar as iniciativas do Poder Público.
Por Vitor Marques
A crise econômica que o país vem atravessando desde 2014/2015 talvez seja a mais grave e resiliente de nossa história. A cada nova rodada de pesquisas sobre desemprego e índices de atividade econômica, fica corroborado cientificamente aquilo que todos os brasileiros sabemos empiricamente: está longe a tão sonhada – e prometida – volta do crescimento.
As centrais sindicais se preparam para o 1º de Maio, em resposta à tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6, de "reforma" da Previdência. CGTB, CSB, CSP-Conlutas, CTB, CUT, Força Sindical, Intersindical, Nova Central e UGT, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, estão convocando os trabalhadores para ocupar as ruas no 1º de Maio em defesa da aposentadoria.
Mercado e seus porta-vozes apostam as fichas na reforma previdenciária, que, porém, não tem poder para reanimar a economia exangue. Juntando-se insatisfação social e inoperância das instituições, há o cenário propício para saídas autoritárias.
Por André Luiz Passos Santos*
Estudo recente da OIT concluiu que os resultados da experiência com esse modelo têm sido insatisfatórios, às vezes desastrosos.
Ato reuniu parlamentares e representantes das centrais sindicais, de movimentos e entidades da sociedade civil para cobrar a derrota da proposta do governo sobre a Previdência.
Por Christiane Peres
Hegel ensinou que quando tudo parece dividido é a hora da filosofia, do grande pensamento, de construir uma outra lógica e subverter os sentidos do discurso oficial. É preciso mostrar ao Brasil um caminho de futuro.
Por Elias Jabbour e Alexis Dantas*