A Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e a Frente Brasil Popular (FBP) se preparam para realizar nesta terça-feira (31) uma mobilização nacional contra os ataques à Previdência Social planejados por Michel Temer e seu governo interino. A ação foi acolhida pela Frente Brasil Popular e acontecerá em diversos estados, simultânea ao lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência do Senado.
A aprovação da admissibilidade do impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff no Senado nesta quarta-feira (11) faz ganhar força a reforma da previdência nos moldes de um governo Michel Temer (PMDB). Idade mínima para homens e mulheres de 65 anos e a desvinculação do salário mínimo de benefícios prejudicam duplamente o trabalhador rural. Dirigentes de entidades de trabalhadores afirmam que a ordem agora é combater com unidade a ameaça aos direitos.
Por Railídia Carvalho
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) vai realizar este mês um debate sobre temas fundamentais do mundo do trabalho que fazem a diferença na vida do trabalhador e da trabalhadora e estão na ordem do dia no país. O seminário Previdência, Seguridade e Terceirização será nos dias 19 e 20 de maio, em São Paulo, e está com as inscrições abertas. Clique AQUI para se inscrever.
Pesquisa do IPEA mostra que discussão sobre reforma da previdência não pode desconsiderar desigualdades históricas de gênero e raça.
Um artigo de André Singer na Folha de S. Paulo do último sábado explicou o inevitável conflito de classes entre trabalhadores e empresários nas discussões sobre a Previdência e enfatizou as dificuldades criadas por esta disputa nos rumos da aliança produtivista entre capital e trabalho, ou seja, nos rumos do Compromisso pelo Desenvolvimento.
Por João Guilherme*
Em entrevista na sexta-feira (19) ao portal da Central Única de Trabalhadores (CUT), o secretário especial da Previdência, Carlos Gabas, afirmou que o governo federal não tem proposta de reforma da previdência. Segundo ele, a proposta será formulada com as centrais de trabalhadores na comissão técnica, recém-criada para debater o assunto.
Em entrevista ao Jornal do Commercio, a presidenta nacional do PCdoB e deputada federal, Luciana Santos, se posiciona contra a Reforma da Previdência, colocada em discussão pelo governo federal. Segundo ela, existem reformas estruturais mais urgentes a serem promovidas, como a Reforma Tributária. A parlamentar avalia ainda que a presidenta Dilma Rousseff precisa resgatar a relação com sua base social – os trabalhadores.
As conquistas do movimento social das décadas de 1970 e 1980 contrariaram os interesses dos detentores da riqueza. Em grande medida, isso se devia ao fato de que mais de 10% do gasto público federal em relação ao PIB passou a ser vinculado constitucionalmente à Seguridade Social.
Por Eduardo Fagnani
Na reunião do Fórum de Debates sobre Políticas de Trabalho, Emprego e Renda e Previdência Social, realizado nesta quarta-feira (17) em Brasília, os sindicalistas foram unânimes em afirmar que este não é o momento de se falar em reforma da previdência. Representantes do governo prometeram ouvir sugestões das centrais de trabalhadores. Na ocasião, foi decidido que em 60 dias será construída uma proposta de reforma para ser debatida.
Na reunião do Fórum de Debates sobre Políticas de Trabalho, Emprego e Renda e Previdência Social, realizado nesta quarta-feira (17) em Brasília, os sindicalistas foram unânimes em afirmar que este não é o momento de se falar em reforma da previdência. Representantes do governo prometeram ouvir sugestões das centrais de trabalhadores. Na ocasião, foi decidido que em 60 dias será construída uma proposta de reforma para ser debatida.
O aprofundamento da crise econômica e a ampliação das dificuldades de articulação política do governo acabam criando um caldo de cultura bastante perverso para a condução de uma agenda de retomada do desenvolvimento social e econômico em nosso País.
Por Paulo Kliass*
“A unidade do movimento é a chave na pauta por mais conquistas sociais e para fazer o enfrentamento à política econômica que penaliza o trabalhador”. A afirmação é de Rogério Nunes, secretário de movimentos sociais da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). O dirigente sindical avalia ao Portal Vermelho o calendário de lutas de 2016, que, segundo ele, exigirá muita clareza, para fazer frente ao contexto conservador que o país vive.
Por Laís Gouveia