O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini, disse nesta quarta (17) a representantes de empresas e centras sindicais, que “não há prato feito, nem proposta a priori” do governo em relação à reforma da Previdência.
O movimento sindical recomeça nesta quarta (17), em Brasília, debate com o governo acerca de medidas pró-retomada do crescimento. O encontro será no âmbito do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social, que reúne representantes das Centrais, aposentados, empresariado e os ministérios do Trabalho, da Fazenda, do Planejamento e da Indústria.
Dois dias após a presidenta Dilma Rousseff ir ao Congresso propor que o Legislativo se una ao Executivo para aprovar a reforma da previdência, parlamentares, acadêmicos, operadores do direito e sindicalistas debateram a proposta por mais de cinco horas, em audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, na quinta passada (4). O consenso saiu fácil: todos eles se manifestaram terminantemente contrários.
A reunião de ontem (28), do Conselhão, mostrou à presidente Dilma Rousseff os ganhos que o governante obtém quando se abre para os diversos setores sociais. Três fatores pesaram no sucesso do encontro.
Por Luis Nassif
Mais uma vez, vamos enfrentar um gravíssimo problema: estamos às voltas com uma nova Reforma da Previdência. Desde 1995, esse assunto foi apresentado diversas vezes, resultando em retirada de direitos dos trabalhadores.
Por Pascoal Carneiro*
“A atual conjuntura deixa claro que é urgente a concretização das reformas estruturais, que, historicamente, são defendidas pelo PCdoB”, relatou Renato Rabelo, presidente nacional do Partido Comunista dos Brasil (PCdoB), ao falar sobre a conjuntura política nacional e a agenda de luta das centrais sindicais e movimentos sociais para o próximo dia 11 de julho.
Joanne Mota, da Rádio Vermelho em São Paulo
Ao logo da última semana a TV Vermelho apresentou especial sobre as reformas democráticas. Em mais de 30 minutos, a série debateu sobre temas como mídia, educação, tributária, reforma agrária, política e urbana. Acompanhe, neste domingo (7), a série completa e entenda porque é importante realizar as reformas democráticas.
Aproximadamente 40 mil trabalhadores de diferentes categorias participarão, nesta quarta-feira (6), a partir das 9 horas, da 7ª Marcha a Brasília organizada pelas Centrais Sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CGTB e UGT).
Joanne Mota, da Rádio Vermelho em São Paulo
Neste mês de março a classe trabalhadora estará mais uma vez unificada e mobilizada para defender um Brasil melhor, com desenvolvimento, cidadania e valorização do trabalho. Na próxima quarta-feira (6), com o objetivo de pressionar o Congresso Nacional e o governo em defesa dos empregos, salários, indústria e inclusão, as centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, UGT, CGTB e Nova Central), ocuparão Brasília com uma grande marcha pelo Brasil.
Joanne Mota, da Rádio Vermelho em São Paulo
O Plenário realiza nesta quarta-feira (7), comissão geral para discutir o fundo de previdência complementar para os servidores da União. A criação do fundo está prevista no Projeto de Lei 1992/07, que tranca a pauta das sessões ordinárias do Plenário.
A proposta do governo federal de fixar um teto para aposentadorias do serviço público federal e criar um fundo de previdência complementar para despesas adicionais foi criticada pela deputada Alice Portugal (PCdoB/BA) na tribuna da Câmara nesta terça-feira (23/8). Para ela, o Projeto de Lei nº 1.992/07 dá sequência à reforma da Previdência iniciada em 2003, ao estabelecer um fundo de alto risco, levando à precarização do serviço público, que deixará de ser atrativo a bons profissionais.
O governo de José Luís Rodriguez Zapatero e as duas principais centrais sindicais da Espanha continuam polemizando, sem chegar a um acordo, sobre a reforma da Previdência.