O número de refugiados ucranianos na Rússia alcançou o de 110 mil pessoas, enquanto outros 54 mil foram forçados a deslocarem-se internamente, deixando suas casas ou cidades devido à violência na Ucrânia. As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).
O Uruguai receberá cerca de 40 refugiados sírios entre os meses de setembro e outubro. Esta é a primeira leva de um total de 120 pessoas que devem ser acolhidas no país presidido por José Mujica, depois que ele ofereceu ajuda às vítimas da guerra na Síria.
"O trabalho do Alto Comissionado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) em Cuba está respaldado pela solidariedade desta nação", assinalou neste sábado (21) o representante regional dessa organização, Fernando Protti.
O número de pessoas que tiveram que deixar suas casas em todo o mundo, em 2013, ultrapassou os 50 milhões pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, de acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas. Enquanto organizações culpam as Nações Unidas pela falta de eficiência na resposta aos conflitos, a ingerência das potências belicosas nas crises e disputas políticas também deve ser ressaltada como fator decisivo para o aumento da insegurança e da instabilidade que vitimam civis.
O número de pedidos de refúgio no Brasil aumentou dez vezes nos últimos três anos, segundo o relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), divulgado nesta sexta -feira(20). O consultor jurídico da agência da ONU, José Fischel, informou que apenas no ano passado, mais de 5,2 mil pessoas pediram refúgio em território nacional, enquanto, até 2010, o número de registros girava em torno de 500 por ano.
Um contingente de polícia de choque atacou e desmantelou três acampamentos improvisados de imigrantes indocumentados na zona de Calais, no Noroeste de França, apenas três dias depois da vitória dos neofascistas xenófobos nas eleições francesas. Foram detidas 280 pessoas.
Por Sylvie Moreira, de Calais para o Jornalistas sem Fronteiras
Os pedidos de refúgio aumentaram 800% nos 4 últimos anos. O que leva imigrantes estrangeiros a procurar cada vez mais o Brasil? Para falar sobre o assunto, o programa entrevistou o diretor do Departamento de Estrangeiros, do Ministério da Justiça, João Guilherme Granja.
O presidente uruguaio, José Mujica, ofereceu ajuda de seu país para receber cerca de 70 pessoas, entre crianças e mulheres, vítimas da guerra civil na Síria. O ministro de Relações Exteriores, Luis Almagro, afirmou em entrevista concedida nesta quarta-feira (30) que a ideia é receber refugiados do campo de Zaatari, o maior do norte da Jordânia, onde vivem cerca de 100 mil pessoas em más condições de vida. O governo também estuda enviar ajuda humanitária à região.
O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), em parceria com a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo (SJCD), inaugurou seu segundo escritório no Brasil, localizado na cidade de São Paulo.
A delegação brasileira da Terceira Missão de Solidariedade ao Povo Palestino foi recebida na última sexta-feira (28) por Paulo Roberto França, embaixador do Brasil para a Palestina em Ramallah, na Cisjordânia. Durante a reunião, França falou sobre as iniciativas na região e ressaltou o papel do Brasil na luta pelo reconhecimento do Estado palestino.
Théa Rodrigues, de Ramallah para o Portal Vermelho
A Alemanha se converteu novamente no destino preferido de refugiados na Europa, segundo um relatório das Nações Unidas. Pela primeira vez desde a Guerra da Bósnia, nos anos 90, as autoridades alemães registraram mais pedidos de asilo do que qualquer outro país ocidental.
Em visita ao Brasil, representando a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP), Marwan Abdel Al deu declarações à TV Vermelho sobre as negociações com Israel e a ocupação israelense da Cisjordânia palestina. Ele compartilha a opinião de diversos grupos sobre o caráter infrutífero das conversações, mediadas pelos EUA de forma negligente frente às violações israelenses, e enfatiza a necessidade de reconciliação entre os partidos palestinos.
Por Moara Crivelente, para a TV Vermelho