Documento descreve que ações criminosas e omissões do governo federal contribuíram decisivamente para o desastre que tirou mais de 600 mil vidas, e que autoridades “assentiram com a morte de brasileiros” na pandemia.
Renan Calheiros disse que “era impossível que não vazasse [informações sobre o conteúdo desse relatório], com mais de 50 pessoas trabalhando” no documento
Presidente da Comissão Especial de Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas da OAB diz que crime de genocídio se configura por ações e omissões do presidente da República: “O que está acontecendo é que o STF precisou assumir a gestão, determinando o plano de proteção, de vacinação, e mesmo assim o governo não apresentou adequadamente”.
A decisão foi do presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), para que o relator tenha mais tempo de discutir o parecer com os demais parlamentares
O ato reunião diferentes lideranças política e sociais e foi um dos momentos altos do congresso que se realiza neste final de semana.
No documento entregue à CPI da Covid, comissão da OAB denuncia que o conjunto dos atos comissivos e omissivos implementados sob orientação do presidente “submetem índios a condições que tendem a provocar suas destruições físicas”.
A comissão pretende ouvir Carlos Carvalho, responsável por coordenar um estudo com parecer contrário aos medicamentos.
Segundo senador, presidente será um dos três personagens centrais do relatório, ao lado de Eduardo Pazuello e Élcio Franco
“Estamos perto de 600 mil mortes. Um dos piores percentuais de letalidade no mundo. Uma triste necrópole. Vítimas indefesas da estupidez do governo federal. No que depender deste relator e desta CPI, eles pagarão muito caro por seus crimes”, afirmou Renan Calheiros
“Não vamos falar grosso na investigação e miar no relatório”, disse Renan Calheiros, antes de tomar o depoimento nesta terça-feira (5) do sócio da empresa de logística VTCLog Raimundo Nonato Brasil
Renan Calheiros disse que Hang, que depôs nesta quarta-feira (29) na CPI, colaborou com a “política equivocada” de enfrentamento à pandemia promovida por Bolsonaro
“Não é a vacina que vai acabar com a pandemia, quem vai acabar é imunidade de rebanho”, disse o deputado em vídeo exposto na CPI pelo relator