Após anos de desmonte, o sindicalismo volta a crescer no Brasil, impulsionado por mudanças políticas, mas enfrenta novos desafios para garantir autonomia, direitos e jornada digna. Artigo do sindicalista Márcio Ayer
O presidente afirma na Conferência Nacional de Assistência Social que cuidar do povo pobre no país é sempre uma luta sem trégua
Apesar da melhora nos indicadores, jovens e moradores de periferias ainda enfrentam barreiras no acesso a empregos dignos; desigualdades por gênero e raça também persistem
Pobreza cai de 31% para 19% nas regiões metropolitanas — ou 9,5 milhões de pessoas a menos. Com isso, índice de Gini, que mede a desigualdade, diminui de 0,565 para 0,534
Presidente comemorou dados do IBGE que indicam 5,6% de desocupação em julho, a menor da série histórica, e 39 milhões de empregados com carteira assinada, aumento de 3,5% no ano
Presidente destaca investimentos em saúde, educação e crédito popular como motores do desenvolvimento, mesmo com juros altos e desafios fiscais.
Avaliação negativa da economia se deve a promessa não cumprida de reduzir inflação, incertezas no mercado e desconfianças com Elon Musk.
A combinação de políticas públicas voltadas para o investimento produtivo, a formalização do mercado de trabalho e o aumento da renda das famílias tem impulsionado a geração de empregos e o crescimento econômico
Iniciativas que elevam a renda das camadas mais pobres da população estão entre as prioridades do governo Lula
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo aponta para a possibilidade de preenchimento de 108,5 mil vagas, aumento de 5,6% em relação ao ano passado
Em 9 estados, pobres são maioria da população, embora a forte redução com programas sociais seja uma tendência em 2023.
Presidente participou de ato promovido em comemoração ao Dia Internacional dos Trabalhadores