Um relatório da ONU publicado na Suíça denuncia violações dos direitos humanos cometidas pelas forças de segurança do Congo durante as eleições presidenciais e legislativas em 2011.
O Irã afirmou nesta quinta-feira (23) que apoiará qualquer plano que garanta as reivindicações da nação síria e a implementação das reformas anunciadas pelo presidente Bashar al-Assad, mas rechaçou ingerências nos assuntos internos de Damasco.
O ministro libanês das Relações Exteriores, Adnan Mansour, destacou nesta sexta-feira (23) que a postura de seu país com respeito à Síria coincide amplamente com a da Rússia, oposta a qualquer interferência estrangeira nos assuntos domésticos de Damasco.
A passagem de um ano sobre as primeiras manifestações na Síria contra o governo do presidente Bashar Al-Assad está a ser marcada por desenvolvimentos, fatos e denúncias que dizem muito do que está realmente em causa naquilo a que erradamente se chama de “revolução síria”.
Por Ângelo Alves, no jornal Avante!
Três atentados nas duas maiores cidades sírias e um ataque indiscriminado na província de Homs mataram e feriram dezenas de civis. A violência ocorre quando as autoridades desmantelam grupos armados acusados de serem os responsáveis pela violência no país.
China e Egito defenderam nesta quarta-feira (21), em Pequim, uma solução política à crise na Síria, fazendo um chamado às partes em conflito a colocar fim imediato à violência e iniciar um diálogo.
O governo do Japão anunciou nesta quarta-feira (21) o fechamento temporário de sua embaixada na Síria e que continuará diminuindo as compras de petróleo do Irã como parte de sua política de apoio às sanções dos Estados Unidos contra essas nações.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse nesta quarta-feira (21) que está "satisfeito com a mensagem clara e unida" expressada pelo Conselho de Segurança sobre a Síria, disse seu porta-voz.
A Chancelaria síria denunciou o apoio que os terroristas recebem do exterior na sua ação armada contra o país, o que constitui uma flagrante violação da Carta das Nações Unidas e das leis internacionais, segundo enfatizou o governo de Damasco.
A Turquia antecipou para o dia primeiro de abril o segundo encontro do grupo auto-denominado "Amigos da Síria", uma organização intervencionista integrado por 50 países árabes e ocidentais, além de organizações interessadas em forçar a saída do presidente Bashar al-Assad.
O Conselho de Segurança recebeu nesta segunda-feira (19) duas propostas, uma da França e outra da Rússia, relacionadas à missão do enviado especial da ONU para a Síria, Koffi Annan, e aos recentes atentados à bomba nesse país.
Autoridades sírias apreenderam enormes arsenais de armas, munições e explosivos em dois povoados da província de Idleb, enquanto um grupo terrorista dinamitou uma importante ponte na estrada principal que conduz à cidade de Daraa, ao sul do país.