Em uma coletiva de imprensa dada nesta segunda-feira (19) em Pequim, o porta-voz da chancelaria chinesa, Hong Lei, ressaltou que a comunidade internacional deve aprender com as experiências da Líbia e resolver a questão síria através de medidas políticas de uma forma pacífica e adequada.
Após um intenso bombardeio durante a madrugada desta segunda-feira (19), em Damasco, na Síria, a missão da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Liga Árabe com cinco peritos chegou à região.
As gestões sobre a crise na Síria continuam em vários níveis, direções e cenários, enquanto no Conselho de Segurança persistem posições distantes entre seus cinco membros permanentes.
Por Víctor M. Carriba*
A Arábia Saudita enviou um carregamento com equipamento militar para a oposição síria, informou neste sábado (17) a imprensa ocidental, citando fontes diplomáticas árabes.
O Conselho de Segurança expressou nesta sexta-feira seu pleno apoio à forma como o enviado especial da ONU e da Liga Árabe para a Síria, Koffi Annan, administrou a busca de uma solução para o conflito que ocorre no país.
O premiê da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, informou nesta sexta-feira (16) que seu país analisa a possibilidade de retirar seu embaixador da Síria, palco de um conflito entre o Governo e opositores armados.
Para aliviar a tensão na Síria e tratar adequadamente a questão humanitária no país, o porta-voz da chancelaria chinesa, Liu Weimin, apelou nesta sexta-feira (16) em Pequim para que o governo sírio e a ONU fortaleçam a cooperação.
Cerca de cem mil de sírios de todo o país se uniram nesta quinta-feira (15) em uma Marcha pela Paz. O ato é realizado em protesto pela violência armada e terrorista, somada ainda às represálias estrangeiras, que completa um ano e assola todo o país.
O conflito na Síria está a ser semeado pelas principais potências capitalistas e pelos seus agentes, como provam vídeos divulgados nos últimos dias nas redes sociais.
Em entrevista ao jornal online China Daily nesta quarta-feira (14), o primeiro ministro da China, Wen Jiabao, disse que seu país persiste na cooperação com os países árabes e que os seus povos estão certos ao exigir democracia.
Grupos armados pró-ocidentais perpetraram um novo massacre contra famílias indefesas, desta vez na comunidade de Karm Louz, elevando a 60, entre eles crianças e mulheres, o número de civis brutalmente assassinados na província síria de Homs.
O diretor da CIA, David Petraeus, viajou à Turquia para analisar a crise na Síria, em momentos em que as forças de Damasco desferem duros golpes aos grupos armados e apoiados do exterior.