A Assembleia Legislativa do Ceará, por iniciativa do deputado estadual Lula Morais (PCdoB), realiza nesta segunda-feira, 15/04, a partir das 14 horas, Sessão Solene para comemorar os 25 anos do Sindicato dos Empregados em Empresas de Asseio e Conservação (SEEACONCE). Para o parlamentar comunista, a homenagem é o reconhecimento da trajetória de luta política da entidade que sempre enfrentou os grandes interesses econômicos para defender e garantir os direitos da categoria.
Líder do Governo na Câmara, o vereador Evaldo Lima (PCdoB) participou da reunião.
As relações entre o patrão e empregado ao longo de toda a história têm alguns pontos que merecem destaque. A primeira delas, por certo, tem a ver com as relações de trabalho que levou a contratações da mão de obra. E por certo, levando em consideração na maioria das vezes, o interesse do patrão, seja em termos de produção ou a venda do que foi fabricado E também na prestação de serviços.
Por Uriel Villas Boas*
As relações entre o patrão e empregado ao longo de toda a história têm alguns pontos que merecem destaque. A primeira delas, por certo, tem a ver com as relações de trabalho que levou a contratações da mão de obra. E por certo, levando em consideração na maioria das vezes, o interesse do patrão, seja em termos de produção ou a venda do que foi fabricado E também na prestação de serviços.
Por Uriel Villas Boas*
As relações entre o patrão e empregado ao longo de toda a história têm alguns pontos que merecem destaque. A primeira delas, por certo, tem a ver com as relações de trabalho que levou a contratações da mão de obra. E por certo, levando em consideração na maioria das vezes, o interesse do patrão, seja em termos de produção ou a venda do que foi fabricado E também na prestação de serviços.
Por Uriel Villas Boas*
Será marcada uma audiência pública, na Câmara Municipal de Fortaleza, para discutir a situação dos funcionários do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Apoio à Gestão em Saúde (IDGS).
Servidores terceirizados da saúde e da educação de Fortaleza realizaram protesto, na manhã da última segunda-feira (21), em frente ao Paço Municipal, contra atrasos nos salários e demissões em massa que estariam ocorrendo.
Tenho trabalhado, debatido e amadurecido aquilo que me parece bastante relevante: a necessidade de, nesse tempo de relações comerciais globais, atualizar o Direito Comercial para tê-lo como instrumento necessário ao desenvolvimento ao qual temos direito.
Por Pedro Benedito Maciel Neto*
O trabalhador terceirizado ganha até 50% menos que um empregado efetivo, enfrenta jornada mais longa e em condições piores, está mais sujeito a acidente de trabalho e não tem assegurados muitos dos direitos trabalhistas previstos na legislação brasileira.
Os trabalhadores que fazem parte de empresas prestadoras de serviço já correspondem a mais da metade da força de trabalho do setor elétrico brasileiro. O estudo mais recente elaborado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) apontou índice de 58,3% de empregados nessa situação.
Ao solidarizar-se com os trabalhadores do setor de limpeza da Câmara dos Deputados, que deflagraram greve em decorrência do atraso de seus salários, a deputada federal Jô Moraes (PCdoB/MG) foi enfática: “Somos a Casa da lei. Não podemos permitir que as empresas terceirizadas, além de pagarem salários irrisórios, ainda atrasem o pagamento desses trabalhadores”, disse.
O projeto de lei que regulamenta a terceirização é alvo de críticas de sindicatos e outras entidades que defendem os trabalhadores, que acusam a proposta de enfraquecer os direitos dos empregados visando reduzir os custos das empresas. Essas críticas foram destacadas pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), na audiência pública que a Comissão de Direitos Humanos do Senado (CDH) realizou na última quinta-feira (6).