Um auxiliar de serviços gerais, contratado pela Zelar Administração de Serviços Ltda. para trabalhar numa loja do Carrefour Comércio e Indústria Ltda. em Vitória (ES), receberá indenização por danos morais pela humilhação de que foi vítima ao ser acusado por um funcionário do hipermercado de comer sorvete sem autorização. Ele e outros colegas da Zelar foram impedidos de sair do local pelo empregado do Carrefour até que chegasse o seu substituto, que os liberou.
Em artigo recente, Flávio Dino comenta o aviso prévio de 90 dias. Mais uma vitória para os trabalhadores.
A presidente Dilma Rousseff deve sancionar nesta terça-feira (11) a lei que concede aviso prévio de até 90 dias, direito proporcional ao tempo de trabalho. Atualmente, os trabalhadores têm legalmente direito a 30 dias.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) debate nesta terça (4) e quarta (5) a terceirização de mão de obra. Para alguns magistrados, essa forma de contratação pode servir para transformar o empregado em prestador de serviço, o que consideram um disfarce ilegal adotado pelos empregadores. A ideia é que as discussões da audiência pública ajudem os ministros a esclarecerem dúvidas antes de julgar os mais de 5 mil processos de terceirização que estão na corte.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) debate nesta terça (4) e quarta (5) a terceirização de mão de obra. Para alguns magistrados, essa forma de contratação pode servir para transformar o empregado em prestador de serviço, o que consideram um disfarce ilegal adotado pelos empregadores. A ideia é que as discussões da audiência pública ajudem os ministros a esclarecerem dúvidas antes de julgar os mais de 5 mil processos de terceirização que estão na corte.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) debate nesta terça (4) e quarta (5) a terceirização de mão de obra. Para alguns magistrados, essa forma de contratação pode servir para transformar o empregado em prestador de serviço, o que consideram um disfarce ilegal adotado pelos empregadores. A ideia é que as discussões da audiência pública ajudem os ministros a esclarecerem dúvidas antes de julgar os mais de 5 mil processos de terceirização que estão na corte.
Os bancários de instituições públicas e privadas entram hoje (28) no segundo dia de greve. O tempo de duração da paralisação é indeterminado. a decisão foi tomada após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, na sexta-feira (23), quando a categoria recusou reajuste de 8% sobre os salários. Os bancos orientam seus clientes a procurarem as redes de autoatendimento para fazer pagamentos.
A conclusão é da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que apresentou relatório a respeito nesta segunda (12) durante o 19º Congresso sobre Segurança e Saúde no Trabalho, na Turquia. É a maior reunião de especialistas sobre o tema e tem o objetivo de fortalecer o compromisso global com a segurança e saúde no trabalho em meio aos desafios gerados pela incerteza econômica pela qual passa o mundo.
O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), que congrega centrais e diversas confederações, lança nesta segunda-feira (22) a “Campanha Nacional em Defesa da CLT – e dos direitos trabalhistas”. O ato será no auditório Petrônio Portela do Senado Federal, em Brasília.
No rastro da investigação sobre a Zara, 35 empresas do varejo de moda estão sob suspeita de utilizar mão de obra irregular. Desse total, há 20 grandes marcas e 15 lojas do Brás e do Bom Retiro –bairros da região central de São Paulo com intenso comércio de roupas–, afirma Luís Alexandre de Faria, auditor fiscal do Ministério do Trabalho.
O governo não precisa desenvolver "portas de saída" para as famílias que são auxiliadas pelas políticas sociais, como o Bolsa Família, porque elas já existem. A redução da miséria tem ocorrido principalmente devido ao ingresso dessas pessoas no mercado de trabalho, que, ainda que informal, tem registrado um peso maior no aumento dos rendimentos das famílias do que as transferência de recursos públicos. Esse é o cerne do primeiro estudo do programa "Brasil Sem Miséria".
Apesar das proibições que já existem na Constituição e na lei trabalhista, as empresas brasileiras ainda pagam aos homens salários maiores do que os recebidos pelas mulheres que exercem a mesma função. Mas um projeto de lei – que está sendo examinado na Câmara – pretende punir com multa quem praticar essa discriminação salarial.