Em seminário na Universidade Federal do ABC (UFABC), especialistas discutem desafios para as cidades serem menos excludentes e apontam a comunidade de Heliópolis, de São Paulo, como exemplo de urbanização de uma favela.
A questão do urbanismo diante das mudanças climáticas e a necessidade de se pensar cada vez mais em estratégias eficazes para o desenvolvimento urbano estão sendo tratadas no Rio de Janeiro na 4ª Conferência Cidades Verdes. O objetivo do encontro é alertar para a urgência das cidades reduzirem a emissão de carbonos na atmosfera e adaptar as cidades a mudanças climáticas inevitáveis. A meta da redução das emissões de todo o município do Rio de Janeiro é 20% até 2020.
O navegador Amyr Klink, o sociólogo e pesquisador chileno Ricardo Jimenez, o economista Ladislau Dowbor, o jornalista Luis Nassif, o cineasta Maurice Capovilla, o vereador, arquiteto e urbanista Nabil Bonduki, e direto de Roma, online, o sociólogo italiano Domenico de Masi, se reunirão entre os dias 24 e 27 de abril em Paraty-RJ para discutir o conceito de bem viver no segundo encontro ‘Refletir Brasil’, organizado pelo coletivo Oca Brasil.
Documento que define o que pode ou não ser feito em Brasília seguirá para votação na Câmara Legislativa
Entrada pela 912/913 Sul vai reduzir congestionamentos na região
O prédio estava abandonado há mais de uma década e vinha causando sérios problemas de segurança e higiene na região.
O modelo de urbanização que a maioria das cidades brasileiras adota é, para uns, motivo de inserção, prosperidade e renda, enquanto, para outros (inclusive eu), preocupação quanto à qualidade de vida.
Por Bruno Peron*, em seu blog
Acabei de voltar da minha primeira peregrinação a Medellin. É que assim como os muçulmanos vão a Meca, os comunistas vão a Cuba e a classe media vai a Disneylandia; os urbanistas, principalmente os latinoamericanos, devem ir a Medellin.
Por Fernando Lara*, na Revista Fórum
Apesar de o Programa de Prevenção a Incêndios (Previn) ainda não estar completamente implantado nas favelas de São Paulo – e de seu alcance ser limitado a um pequeno número de comunidades – as ocorrências desse tipo tiveram redução de 70% entre janeiro e o início de setembro de 20013, em comparação com o mesmo período do ano passado.
Por Sarah Fernandes* e Malu Damazio*, na Rede Brasil Atual
O mundo terá três bilhões de pessoas vivendo em favelas em 2050 caso não haja ideias para enfrentar a rápida urbanização. Hoje, 1 bilhão de pessoas vivem em locais sem infraestrutura e serviços básicos como saneamento, energia elétrica e saúde. Os dados são do relatório “Pesquisa Mundial Econômica e Social 2013”, divulgado pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA).